
20 de out · Cultura
A moda e os códigos vestimentares no Brasil Império
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 330,00.
Sobre o evento
Curso livre no formato híbrido (duas aulas virtuais e uma aula presencial)A moda e os códigos vestimentares no Brasil ImpérioEm função do novo espaço de exposição do Traje Majestático de D. Pedro II no Museu Imperial, após a restauração feita em 2025 , estamos propondo um curso sobre as vestimentas usadas no período do império brasileiro (1822-1890), quando no século XIX o traje, principalmente o feminino, tem diversas transformações estéticas. Na época vitoriana, os trajes da família imperial brasileira tem códigos vestimentares específicos, mas que nem sempre foram seguidos pelo imperador D. Pedro II, que preferia ser lembrado como um "imperador-cidadão".O curso a Moda e os códigos vestimentares no Brasil Império, vai resgatar através da importancia da aparência no século XIX e sua linguagem não verbal, uma relação de moda e poder, com suas roupas e acessórios emblemáticos para cada ocasião. Muitas indumentárias da família imperial brasileira fazem parte do acervo do Museu Imperial em Petrópolis , onde estaremos concluindo o curso na terceira aula, sábado dia 24 de Outubro ,com uma visita presencial ao novo espaço expositivo do Manto Majestático, como as outras salas do Museu. As outras duas aulas nos dias 20 e 22 de Abril serão virtuais ( modo remoto, das 19h as 21h)O curso será dividido em três aulas:Durante o Brasil Império, a vestimenta na corte do Rio de Janeiro funcionava como uma barreira de distinção social para demarcar distância das classes , assim como nas cortes europèias. A evolução da moda e dos códigos vestimentares refletiu as transformações sociais da cidade, alternando o vestir entre entre a rigidez aristocrática e as irreventes propostas, a partir de 1816, quando modistas francesas desembarcaram na cidade e abriram ateliês sofisticados, tendo como aliadas as mulheres negras alforriadas, que contribuiam nos fazeres artesanais das roupas e acessórios.Aulasaula 1 - Dia 20 Outubro 2026 : As referencias estéticas européias no primeiro Reinado . Dom Pedro I e seus trajes majestáticos, festas e bailes, entre sedas, rendas e veludos. A Rua do Ouvidor e os ofícios relacionados a moda no Rio de Janeiro. Confeccionado originalmente em 1841 para a cerimônia de coroação do imperador (quando ele tinha apenas 15 anos), o manto continuou sendo utilizado por 48 anos, vestindo o monarca duas vezes ao ano durante as solenidade e mais adiante seu pai. aula 2- Dia 22 Outubro 2026 : Segundo reinado com D Pedro II, um imperador cidadão e sua (nada boa) relação com a moda. Os uniformes masculinos como símbolo de poder e pertencimento. Os ofícios femininos na produção de roupas e acessórios. As joias de crioulas (atualmente tratadas como Jóias da Liberdade) como um dos fenômenos mais fascinantes e potentes da cultura material das afro-brasileiras no século XIX no Brasil . As duas primeiras aulas serão via acesso remoto. As aulas não serão gravadasaula 3- Dia 24 de Outubro de 2026. Visita presencial ao Museu Imperial em Petrópolis para vermos o novo espaço expográfico criado para o Manto Majestático e a exposição “Fale-me de Pedro – nas minúcias da memória”. Com mais de 100 peças do acervo institucional, entre objetos, traje infantil, documentos e registros inéditos, a mostra revisita a trajetória do imperador a partir das múltiplas camadas da memória.A viagem a Petrópolis não esta incluida no valor do curso. *Caso a previsão do tempo na data da viagem seja de chuva e tempestade, a visita será adiada para o próximo sábado.DOCENTE:
Manon Salles, Profa. Dra.
Doutora e Mestre pela Escola de Comunicações e Artes da USP , onde coordenou o Núcleo de Pesquisa Centro
de Estudos da Moda. Museóloga pelo PPG-PMUS da UNIRIO. Atua como docente em diversas universidades nas
áreas de moda, artes e museologia. Atualmente é professora de História da Arte e Indumentária, no curso superior de Museologia na UNIRIO. Atua na documentação e conservação de coleções brasileiras de moda, indumentárias históricas e figurinos nos últimos doze anos, sendo responsável pela conservação
do acervo do Instituto Zuzu Angel (2016-2019), Vestido da Baronesa de Loreto (Museu Histórico Nacional), Figurinos de Cóvis Bornay (Museu de Arte do Rio), entre outros. É a idealizadora do Seminário Moda uma abordagem museológica.Autora do livro Museologia da Moda: acervos e coleções no Brasil (2023). Editora Alameda.Coordenadora do Projeto Museologia da Moda







