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Amanhã · Teatro

ANTES DO PERSONAGEM, O SER HUMANO - Allan Souza Lima

Comprar · R$ 265,00

A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 265,00.

Sobre o evento

Allan Souza Lima vem trazer um encontro que vai muito além de palestra: é uma imersão em atuação, carreira e, sobretudo, em humanidade. A experiência começa quebrando expectativas – sem slides, sem discurso de “boas‑vindas”, apenas um convite simples: notar onde você está e como você está. A partir daí, o público entra em um percurso que mistura trajetória pessoal, troca aberta e presença em estado puro.Ele vai conversar sobre sua carreira, desde os primeiros passos até trabalhos marcantes como Caminhos do Coração, Pantanal, Em Família, Aquarius e A Menina que Matou os Pais, mostrando não só o que fez, mas como viveu cada escolha, erro e aprendizado. Após um teaser artístico com cenas e bastidores, o foco se volta para a realidade da profissão: mercado, testes, rejeições, finanças, direção, produção e a relação emocional de quem vive da arte.A conversa aprofunda sobre o lugar do artista na sociedade: função social, responsabilidade pública e o perigo de transformar pautas em pose. Em seguida, o centro se torna o processo de Construção Humana do Personagem – trabalhando obras como O Cangaço Novo e Christian Cravinhos, revelando como dor, luto, memória afetiva e vulnerabilidade se tornam ferramentas de criação. Não é só “como atuar”, é “como existir” em cena.A partir desse caminho, o público é convidado, de forma gradual, a se abrir: histórias, medos e experiências começam a surgir. O bloco final é aberto ao acontecimento – improvisos, cenas, monólogos, tudo guiado pela presença coletiva. O encerramento acontece com um ritual simbólico em torno do “nariz”, um convite direto à coragem de existir verdadeiramente diante do outro, sem máscaras, sem performance vazia.O objetivo é provocar autoconhecimento tanto para atores quanto para quem curte arte: antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer. Se você quer vivenciar um encontro que mexe com a atuação, não fique de fora.O QUE SERÁ TRABALHADO:01 Presença Inicial: A palestra começa quebrando a expectativa de quem entrou esperando uma aula. Nenhum slide de boas-vindas, nenhuma apresentação padrão. O que acontece aqui é a criação de um estado diferente de atenção. O público é convidado a perceber onde está e como está antes de qualquer conteúdo. 02 Trajetória e Troca com o Público: Aqui começa a conversa. A trajetória é apresentada não como currículo, mas como percurso humano. Carreira, início no mercado, escolhas e erros. E junto com isso, diálogo espontâneo com quem está na sala. A plateia vira interlocutora. 03 Exibição de Teaser: — O Case Artístico: Sem entrar ainda no processo, esse bloco mostra o percurso em imagem. Um teaser dos principais trabalhos: cenas, bastidores, momentos. O objetivo não é explicar, é mostrar. O público recebe o case de forma intuitiva, quase sensorial. A análise vem depois. 04 Debate sobre Mercado, Atuação e Carreira: Um espaço aberto de conversa sobre a realidade da profissão. Os temas surgem como ponto de partida, mas qualquer pergunta sobre o mercado artístico é bem-vinda. Quanto mais honesta a pergunta, mais honesta a resposta. · Como funciona o mercado de verdade · Testes, castings e o que ninguém te conta · A relação com produção e direção · Rejeição como parte do processo · A realidade financeira e emocional da carreira artística05 A Função Social do Artista: Quando a arte deixa de ser entretenimento e passa a ser responsabilidade. Uma discussão sobre o lugar do artista na sociedade e o que significa usar uma plataforma com consciência. · Verdade artística versus performance de causa · Coerência entre discurso e vida· A banalização de pautas sociais no meio artístico· Responsabilidade pública e presença social 06 Construção Humana do Personagem: O núcleo da palestra. Aqui entram as cenas específicas de trabalhos como Ubaldo (O Cangaço Novo), Christian Cravinhos e outros personagens. Cada um com uma sinopse do trabalho e o relato do processo interno: o que foi preciso acessar, o que doeu, o que ficou. · Preparação emocional e memória afetiva · Como a dor pessoal alimenta o personagem · O luto como ferramenta de criação· Feridas internas e processo humano da arte "Se eu choro em cena, é porque existe algo dentro de mim que me dói." 07 Convite Gradual à Vulnerabilidade: Depois de tudo que foi construído, o público começa a se abrir. O espaço é criado com cuidado para que histórias, medos e experiências possam emergir. Não é terapia. É presença coletiva.08 Espaço Aberto ao Acontecimento: Improviso. Cenas. Monólogos. Troca viva. Esse bloco não tem roteiro fechado porque o que acontece aqui depende do que foi construído antes. O único requisito é presença. 09 Ritual Final — O Nariz: O encerramento. Alguém sobe ao palco. O desafio é simples na forma e profundo na essência: trazer uma verdade que faça rir ou chorar. Mas no fundo, o que se pede não é nem riso nem choro.O desafio real é ter coragem de existir verdadeiramente diante do outro. O nariz não é fantasia. É símbolo de presença, vulnerabilidade e verdade artística.OBJETIVO:O objetivo dessa experiência não é ensinar fórmulas de atuação. É provocar consciência humana através da arte. A palestra propõe um deslocamento onde o participante começa olhando para o mercado, para a carreira e para os personagens, mas aos poucos percebe que o centro da atuação não está na performance — e sim no ser humano por trás dela. A experiência busca desmontar a romantização do meio artístico, os discursos vazios e a ideia de que atuar é apenas técnica. O foco está em verdade emocional, presença, vulnerabilidade, autoconhecimento e responsabilidade humana dentro da arte. Ao longo do encontro, o público atravessa: · Mercado e realidade da profissão.· Função social do artista · Construção emocional do personagem · Memória afetiva e dor humana · Presença verdadeira em cena · Coragem de existir sem máscaras. O objetivo final é que o participante saia não apenas com mais entendimento sobre atuação, mas com mais consciência sobre si mesmo.Porque antes do personagem, existe o ser humano. E o artista começa quando para de tentar parecer.

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