
25 de set · Shows
cajupitanga apresenta Ubá (ONLINE - Ao Vivo)
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 15,00.
Sobre o evento
A cajupitanga, projeto experimental de Vitória da Conquista (BA), apresenta o espetáculo “Ubá”, uma performance ao vivo de seu quinto álbum. O espetáculo perpassa pela sobreposição de influências da Música Ambiente e tradições do violão interiorano em uma proposta intrinsecamente lo-fi, abstrata e contemplativaCom afinidades musicais e companheirismo já construído por projetos anteriores, a dupla Pedro “Candioco” Antunes e Gabriel Tupy se juntou em 2019 para consolidar composições e ideias que surgiam de ensaios despretensiosos e encontros culturais pela cidade. Improvisos, rascunhos, takes únicos e o uso do celular como gravador, se somam à manipulação de samples e construções digitais da música para articulação de composições que vão da música ambiente e glitchs de computador ao cancioneiro sertanejo baiano e ritmos tradicionais brasileiros. Guiada pela Memória e Espaço, a cajupitanga faz da pesquisa sonora um processo criativo de fragmentar sua própria história e sobrepor seus diversos caminhos estéticos.O álbum aqui apresentado é construído por composições registradas ao longo dos primeiros seis anos do projeto, que juntas costuram um tecido de memórias, ideias e estéticas que sempre permearam os trabalhos do duo. “Ubá” sintetiza uma atmosfera sugerida em outros trabalhos: uma neblina de agosto conquistense que permeia as estradas, ofusca as esquinas, pinta os bois de branco. O trabalho mistura as influências de Música Ambiente, da música experimental e do cancioneiro interiorano baseado no violão sertanejo para estruturar contemplações perenes, melancólicas, campestres e ruidosas. O improviso e o processamento eletroacústico dos instrumentos são parte fundamental da performance, que oscila entre momentos de abstração e arranjos de canções mais estáveis. Assim, “Ubá” delineia histórias vívidas de um espaço mais emocional que físico, um lugar conquistense que pode sequer existir, mas que se projeta a partir das paisagens de sons evocadas no trabalho. “Os bois no mato perto de casa sempre estiveram ali. As volta de bicicleta pelo mesmo caminho sempre nos leva para novas direções daquele horizonte. A cidade deixa de ser o que é, mas o que inventamos. Nos parece que lugares são assim” - comenta o duo.Atrelada à performance, o show ainda conta com uma obra em vídeo: um registro realizado por Candioco de uma viagem de retorno à Vitória da Conquista, montado e editado por Ramon Gonçalves. O projeto audiovisual posiciona a migração - de estrada e de tempo - como seu tema central. A partir de imagens borradas e registros em movimento da estrada e da cidade atrelada às composições, apontam para a fugacidade das memórias e seu papel na invenção do próprio espaço, uma lente que distorce e reconstrói lembranças para a invenção de um espaço, para o retorno à essa casa, toda inventada, velha e nova.Nesse show, o duo se junta a colaboradores frequentes do projeto: Paulo Pitta no saxofone, Pedro Oliveira (BAGUM) na guitarra e sintetizadores e Ramon Gonçalves (Aurata) no baixo e efeitos.Performances ao vivoA cajupitanga estreou nos palcos no ano de 2023, em Vitória da Conquista, cidade natal do projeto. Espaço prestigiado na cidade, o show ocorreu no Centro de Cultura Camilo de Jesus após o espetáculo “Somos Vozes” de Lucas Gerbazi e Teu Soares. Meses depois, o duo estreou em Salvador no Teatro Vila Velha à convite de Aurata, projeto de música experimental da capital baiana. Ainda na cidade em 2024, se apresentaram no Festival Oferendas à convite de Rei Lacoste ao lado de Giovani Cidreira, Jadsa e Juçara Marçal.Em 2025, foi convidada para abrir a apresentação da turnê “Bacuri” em Salvador, da celebrada banda goiana Boogarins no Largo Quincas Berro D’água. A performance resultou na gravação audiovisual de seu primeiro álbum ao vivo nomeado “TRAMA (Live)". Nessa ocasião, a cajupitanga se apresentou pela primeira vez em banda, em uma formação que se manteve ao longo das futuras apresentações. O grupo, portanto, expande sua formação nos palcos ao lado de Paulo Pitta no saxofone, Pedro Oliveira (BAGUM) na guitarra e sintetizadores, Ramon Gonçalves (Aurata) no baixo e João Antônio Dourado (Tangolo Mangos) na bateria.Em fevereiro de 2026, participaram do show de 1 ano do lançamento da mixtape “O Que Você Ouve / O Que Houve Com Você” de Rei Lacoste ao lado de Pivoman, Felipe Vaqueiro e Dunna. Em março do mesmo ano, realizou em Salvador um show ao lado da soteropolitana Tangolo Mangos no Colaboraê, com as duas bandas apresentando novas composições e futuros projetos. O evento selou uma parceria que desencadeou em uma miniturnê em conjunto que passou pelas cidades de São Paulo, Bragança Paulista à convite do Festival Arte Serrinha e duas sessões em Belo Horizonte. Em setembro, a cajupitanga retorna à Salvador para o show de lançamento do álbum “Ubá”.Ficha Técnica:cajupitangaPedro “Candioco” Antunes - voz, guitarra e efeitosGabriel Tupy - voz e violãoRamon Gonçalves - baixo e efeitosPedro Oliveira - guitarra, sintetizador e efeitosPaulo Pitta - Saxofone e efeitosTécnicaAndré Bahiense - Técnico de SomGeovane Filho - Técnico de LuzNatália Matos - Fotógrafa





