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22 de ago

Caminhada do Patrimônio: Caminhos da Ditadura

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Sobre o evento

Caminhada do Patrimônio – Caminhos da Ditadura O CAU/RS promove uma caminhada guiada pelos pontos de Porto Alegre ligados à memória da ditadura civil-militar brasileira (1964–1985), unindo arquitetura, urbanismo e história. O trajeto passa por locais de repressão e resistência do período na região do Bairro Bom Fim. A atividade integra o projeto Caminhos da Ditadura, que já reuniu mais de 700 participantes em Porto Alegre desde 2023, e será conduzida por mediadores especializados em arquitetura, história e planejamento urbano. Data: 22 de julho de 2026 (sábado) Horário: 10h30 Duração: 2h Ponto de encontro: Rua General João Telles com Av. Independência Encerramento: Praça Argentina Recomendações: roupas confortáveis e adequadas ao clima, calçado próprio para caminhada Vagas limitadasConheça os mediadores:Bruno de Azambuja Silveira: Mestre em História (UFRGS), com pesquisa sobre a Ilha do Presídio: repressão e resistência no Rio Grande do Sul (1964-1973). Professor de escola pública há 20 anos. Coordenador do Cursinho Popular Guaíba (CPG).Cecília Esteve: Arquiteta e urbanista, mestre em Planejamento Urbano e Regional pelo PROPUR/UFRGS. Desde 2012 promove o ArqTur, excursões de arquitetura e urbanismo para estudantes e profissionais da área. É conselheira estadual do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RS).Letícia Heinzelmann: Jornalista, bacharel em Museologia e mestranda em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR/UFRGS). É membro dos grupos de pesquisa Gestão de Acervos e Direitos Humanos (Gadh) e Grupo de Estudos e Documentação em Urbanismo (Gedurb), além de fundadora do Museu de Percurso das Enchentes – RS (Mupe). Atua como editora de Cidades do jornal Correio do Povo.Tiago Irigaray: Mestre em Letras Clássicas (PPGLET/UFRGS, 2024) e graduando em História. Professor de pré-vestibular e pré-ENEM no Projeto Educacional Alternativa Cidadã (PEAC). Foi estagiário do Departamento de Documentação e Memória da Justiça Federal do Rio Grande do Sul (DDOC/UFRGS), onde se encontra o processo do Caso das Mãos Amarradas. É servidor público e bolsista de Iniciação Científica (IC).

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