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02 de dez · Cultura

Entre Direitos e Afetos: relações sem violência. Educação dos homens, autonomia feminina e autocuida

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Sobre o evento

No dia 2 de dezembro, das 17h às 19h, no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), será realizada uma roda de conversa voltada à reflexão sobre caminhos para a prevenção e o enfrentamento da violência contra as mulheres.Inserido no contexto dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, o encontro propõe ampliar o debate para além da denúncia da violência, abordando fatores que podem contribuir para uma mudança de mentalidade e para a construção de relações mais saudáveis e igualitárias.A atividade será mediada pela advogada e escritora Rosemary Rosa, especialista em Direitos das Mulheres, e pela jornalista e escritora Joana D’Arc Souza, que abordará o autocuidado, a autonomia e a independência emocional feminina.Participarão também o professor e escritor de educação financeira Nilton Salomão, trazendo a importância da independência financeira das mulheres; a psicóloga e escritora Luana Menezes, que abordará a educação socioemocional dos homens; e Victor Meirelles, ator, escritor, jornalista e pesquisador, que contribuirá com a reflexão sobre masculinidades, afetos, cultura e relações humanas.A proposta é reunir diferentes perspectivas — direitos, educação, autonomia financeira e emocional, autocuidado e masculinidades saudáveis — para discutir não apenas os problemas relacionados à violência contra a mulher, mas também caminhos possíveis para sua prevenção e transformação social.Por seu caráter literário e cultural, o encontro também valorizará a arte como instrumento de reflexão e transformação. Em homenagem ao Dia Nacional do Samba, celebrado em 2 de dezembro, o encerramento contará com apresentação da cantora Luz Fogaça.                                                                                  Haverá sorteio de livros e intérprete de libras.Direitos, Autonomia e Afetos: relações sem violência - Painel — 50 minutosEixos:         direitos da mulher e o livro Seus Direitos de Mulher        educação socioemocional dos homens        masculinidade saudável        independência financeira e emocional e autocuidado para mulheresCoffee, recepção e acomodação do público.        Abertura – Rosemary Rosa•        Apresentação breve do evento e contextualização dentro dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. •        A proposta: não falar apenas da violência já instalada, mas discutir caminhos de prevenção e transformação. •        Apresentação das mediadoras e convidados.•        Pergunta de abertura para todos: “O que precisamos mudar, como sociedade, antes que a violência aconteça?”        Luana Menezes•        educação dos homens: o que é ser homem•        como ativar as redes de proteção diante do machismo institucional•        conhecimento dos próprios direitos•        reconhecimento das diversas formas de violência•        importância da informação•        redes de proteção; por que conhecer direitos também é uma forma de prevenção.        Victor Meirelles•        Questões: como meninos aprendem a lidar com frustração, rejeição, ciúme e vulnerabilidade? •        Qual a responsabilidade da família, escola e sociedade?•        Como formar homens capazes de reconhecer emoções sem transformá-las em controle ou agressividade? •        O bullying é uma afirmação da masculinidade e ao mesmo tempo nega o feminino (comparações com “ser mulherzinha” isso é coisa de menina, etc) como você vê isso?        Nilton Salomão•        Por que independência financeira também é uma questão de proteção?•        Como fortalecer a independência emocional sem transformar autonomia em obrigação de dar conta de tudo sozinha?        Joana d’Arc Souza•        Autocuidado e construção do sujeito – todos os convidados•        Autocuidado não como estética ou consumo, mas como capacidade de reconhecer necessidades, limites e dignidade•        Reflexão: qual o papel das mulheres na formação dos sujeitos: mães, educadoras, companheiras e cuidadoras influenciam a educação emocional dos homens, mas isso não significa responsabilizar as mulheres pela violência masculina. A transformação precisa ser coletiva.        Todos os convidados•        Que mudança concreta você considera fundamental para construirmos relações sem violência?        Abertura de conversa com o público e sorteio de livroApresentação da cantora Luz Fogaça        Encerramento

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