
05 de nov · Negócios e Carreira
Estação Tecnoagro
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 0,00.
Sobre o evento
O Estação Tecnoagro é
uma iniciativa do Tecnoagro para gerar conexão entre a Universidade de Passo
Fundo e o setor produtivo, concebida para aproximar empresas das
competências, estruturas e oportunidades existentes na Universidade.
A proposta é
proporcionar uma manhã de conexão, troca e conhecimento, permitindo que
representantes de empresas conheçam a UPF de forma mais ampla e integrada,
especialmente as possibilidades de interação relacionadas ao ensino, à
pesquisa, à extensão, à prestação de serviços e ao desenvolvimento de projetos
de inovação.Mais do que apresentar
aquilo que já é realizado pela Universidade, o encontro pretende criar
condições para que empresas, professores e pesquisadores conversem sobre
desafios reais, identifiquem interesses convergentes e reconheçam oportunidades
para a construção de novas iniciativas.
Nesse sentido, o
Estação Tecnoagro não se caracteriza como uma sequência de palestras ou como
uma visita institucional convencional. Sua metodologia está estruturada para
favorecer a aproximação, o diálogo e a identificação de oportunidades concretas
de cooperação entre Universidade e setor produtivo.
2. Objetivo
O objetivo do Estação
Tecnoagro é promover a aproximação entre empresas e Universidade, dando
visibilidade às competências da UPF e criando um ambiente favorável à
identificação de oportunidades de colaboração em ensino, pesquisa, extensão,
prestação de serviços, inovação e desenvolvimento tecnológico.
A iniciativa também
busca ampliar o conhecimento das empresas sobre as diferentes formas de
relacionamento possíveis com a Universidade. Uma demanda empresarial pode
encontrar resposta em uma pesquisa já existente, mas também pode originar uma
nova investigação, uma atividade de extensão, uma capacitação, uma prestação de
serviço especializado, um trabalho envolvendo estudantes ou a estruturação de
um projeto colaborativo de PD&I.
3. Metodologia de trabalho
A metodologia será
organizada como uma jornada de conexão, na qual cada etapa deverá ampliar
progressivamente o conhecimento entre os participantes e criar oportunidades
para o diálogo.
O percurso será desenvolvido em
quatro momentos articulados:
1. Acolhimento e aproximação → 2. Apresentação de
competências → 3. Imersão nas estruturas da UPF → 4. Conexão e
encaminhamento de oportunidades.
Etapa 1 – Acolhimento e aproximação
08h00 | Recepção e café da manhã
A manhã terá início com
a recepção de empresários, professores, pesquisadores e demais participantes.
O café da manhã será o primeiro
espaço de integração e deverá favorecer conversas espontâneas, apresentações e
reconhecimento dos diferentes atores presentes. Esse momento é parte da
metodologia do evento, pois permite que os primeiros interesses e afinidades
sejam identificados antes das atividades programadas.
Etapa 2 – Apresentação das
competências da UPF
Na sequência,
representantes dos Programas de Pós-Graduação e das áreas participantes
realizarão apresentações breves e orientadas à conexão com o setor produtivo.
A proposta não é
realizar uma apresentação acadêmica tradicional ou detalhar extensivamente
linhas de pesquisa. O objetivo é permitir que as empresas compreendam, de
maneira clara e acessível, quais competências existem na UPF, o que já vem
sendo desenvolvido e quais possibilidades podem ser construídas em parceria.
Para garantir unidade
entre as apresentações, recomenda-se que os professores organizem sua
participação a partir de quatro questões orientadoras:
- Quem somos e quais são nossas
principais competências?
- O que já desenvolvemos que
pode interessar ou atender ao setor produtivo?
- Que estruturas, serviços e
conhecimentos podemos disponibilizar?
- O que podemos desenvolver em
conjunto com as empresas?
Podem ser apresentados
exemplos de pesquisas em andamento, projetos aplicados, tecnologias, serviços
laboratoriais, análises, atividades de extensão, possibilidades de formação e
qualificação profissional, participação de estudantes e outras competências que
possam gerar aproximação com as empresas.
Etapa 3 – Imersão nas estruturas e
competências da Universidade
Após as apresentações,
será realizada uma visita guiada a setores estratégicos da UPF, incluindo
laboratórios, estruturas de pesquisa e ambientes de prestação de serviços.
Essa etapa permitirá
que os participantes conheçam presencialmente parte da infraestrutura
disponível e conversem diretamente com as equipes responsáveis. Em cada
ambiente visitado, recomenda-se uma apresentação breve, priorizando a aplicação
prática da estrutura. Mais do que explicar equipamentos ou procedimentos em
profundidade, é importante responder a três perguntas:
O que este espaço realiza? Para
quais tipos de demandas ele pode contribuir? Como uma empresa pode se conectar
a essa estrutura ou equipe?
A visita deverá,
portanto, funcionar como uma imersão nas capacidades da UPF, permitindo que os
empresários relacionem aquilo que estão conhecendo com necessidades, problemas
ou oportunidades existentes em suas organizações.
Etapa 4 – Conexão, encaminhamentos
e integração
Durante todas as
etapas, o Tecnoagro atuará como articulador e facilitador das conexões,
observando demandas apresentadas pelas empresas e identificando possíveis
aproximações com pesquisadores, grupos, laboratórios, cursos e estruturas da
Universidade. As oportunidades identificadas poderão ser registradas para
continuidade após o evento.
Ao final da
programação, os participantes serão convidados para um almoço de integração,
por adesão. Além da confraternização, esse momento terá uma função dentro da
metodologia: permitir que conversas iniciadas durante a manhã sejam retomadas
de maneira mais próxima e que possíveis interesses comuns comecem a ser
aprofundados.
4. Papel dos professores e
pesquisadores
A participação dos
professores e pesquisadores é central para que o Estação Tecnoagro alcance seu
objetivo. Espera-se uma atuação que combine apresentação, escuta e
disponibilidade para a construção conjunta. Isso significa apresentar as
competências existentes, mas também ouvir os desafios trazidos pelas empresas e
considerar possibilidades que eventualmente ainda não estejam estruturadas em
projetos ou linhas de atuação consolidadas.
A linguagem utilizada
deve ser acessível ao público empresarial. Termos técnicos podem ser utilizados
quando necessários, mas devem ser contextualizados. Sempre que possível,
conceitos devem ser acompanhados de exemplos de aplicação.
Também é importante
considerar que uma demanda empresarial não precisa encontrar uma resposta
pronta durante o evento. Identificar que existe uma competência na Universidade
capaz de estudar determinado problema já constitui um resultado importante e
poderá dar origem a uma reunião técnica posterior.
5. Resultados esperados
O resultado do Estação
Tecnoagro não será medido apenas pela realização da programação, mas
principalmente pelas conexões e oportunidades geradas a partir dela. Espera-se
que as empresas finalizem o encontro com uma compreensão mais ampla sobre as
capacidades da UPF e sobre as diferentes portas de entrada para interação com a
Universidade. Ao mesmo tempo, espera-se que professores e pesquisadores tenham
maior contato com desafios, necessidades e oportunidades provenientes do setor
produtivo.
As conexões
estabelecidas poderão evoluir para reuniões técnicas, visitas às empresas,
prestação de serviços, capacitações, atividades de ensino e extensão,
participação de estudantes, pesquisas aplicadas, desenvolvimento de soluções,
projetos colaborativos de PD&I e propostas para captação de recursos.
6. Continuidade das conexões
O Estação Tecnoagro não se
encerra no dia do evento.
Após o encontro, as
oportunidades identificadas serão organizadas para que aquelas com potencial de
continuidade possam avançar para uma segunda etapa de aproximação. Conforme a
natureza da demanda, poderão ser promovidas reuniões específicas entre empresa
e pesquisadores, visitas técnicas, aprofundamento do problema apresentado ou
estruturação de possíveis ações e projetos conjuntos.
Dessa forma, o evento
funciona como uma porta de entrada para a Universidade e, ao mesmo tempo, como
um mecanismo de aproximação entre as demandas do setor produtivo e as
competências existentes na UPF.
O papel do Tecnoagro
será o de contribuir para que essas conexões não permaneçam apenas no encontro
inicial, mas possam avançar, quando houver interesse das partes, para
oportunidades concretas de cooperação.







