
18 de set · Teatro
FERNANDO PESSOA: O ÚLTIMO DOS PALHAÇOS
Comprar · a partir de R$ 20,00
A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 23,99.
Sobre o evento
"O poeta é um fingidor. Finge tão completamente que chega a fingir
que é dor a dor que deveras sente."
Entre máscaras, heterônimos e a solidão do palco,
Caruaru recebe pela primeira vez o espetáculo FERNANDO PESSOA: o último
dos Palhaços. Uma imersão poética, visceral e emocionante sobre a alma
humana e as múltiplas faces de um dos maiores gênios da literatura.
Quando: 18 de setembro de 2026 (sexta-feira)
Horário: 19h30
Local: Teatro João Lyra Filho (Caruaru)
Em cena: Glauco Cunha Cazé (ator / diretor teatral / prof. universitário)
Iluminação: Elaine Giles
Sonoplastia: Luciano Lucas
Cenários: Glauco Cazé
Direção: Leandro Mariz (São Paulo)
Garanta seu ingresso antecipado pelo Sympla-Caruaru (Link na bio!).
Um encontro entre o Teatro, a Poesia e os Labirintos da Alma!
Vagas limitadas. Permita-se sentir essa experiência única no teatro.
Release:
O
Espetáculo Fernando Pessoa: o último dos Palhaços é uma
celebração poética aos 90 anos da morte do escritor português, lembrados no ano
de 2025. No solo, o ator e professor universitário Glauco Cunha Cazé interpreta cinco personagens,
sendo o próprio Pessoa e seus principais heterônimos, numa reunião literária
que acontece dentro de um tabuleiro de jogo de xadrez, onde são discutidos
temas caros à produção poética do autor, a exemplo do amor, das inquietações da alma humana (vida, morte, misticismo, religiosidade), da
sexualidade e, principalmente, da loucura. A proposta está fundamentada na biografia escrita pelo pernambucano José Paulo Cavalcanti Filho (membro da Academia Brasileira de
Letras) e nas teorias teatrais do século XX que se dedicaram ao estudo da
personalidade, como exemplo, os textos de Constantin Stanislavski, Antonin Artaud e Jerzy Grotowski.
O desejo por materializar esse pretenso diálogo
entre criador e criaturas fez com que o professor doutor em teoria da
literatura pela Universidade Federal de Pernambuco, Glauco Cunha Cazé, que é ator, diretor e produtor teatral,
investisse na composição de um dramaturgismo que, a partir da poesia, da prosa
e dos pensamentos esparsos do Fernando Pessoa, presentes nas biografias e em
livros de seus heterônimos mais conhecidos, levasse à cena um monólogo capaz de
reproduzir as principais inquietações psíquicas e filosóficas do poeta
português, de modo a criar um espetáculo
que reverencie o exercício teatral de um dramaturgo
ofuscado por sua brilhante poesia.
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