
22 de out · Shows
Festival Moacir Santos - Água de Moringa - Casa do Choro
Comprar · a partir de R$ 40,00
A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 44,00.
Sobre o evento
A Casa do Choro recebe o Festival Moacir Santos durante o mês de OUTUBRO. É um evento cultural idealizado, curado e organizado pela flautista, pesquisadora e biógrafa Andrea Ernest Dias, através da produção da Fulô Cultural.O festival celebra a obra do maestro, compositor e arranjador Moacir Santos por meio de shows, debates e encontros com músicos e estudiosos. O festival teve sua primeira edição em 2013 (Recife), a segunda edição em 2014 (Recife, Rio de Janeiro e Brasília), e uma edição especial online em 2020.Água de Moringa Em sua trajetória, o Água de Moringa tem se destacado por sua versatilidade. Com o mesmo espírito chorão dos músicos do Rio de Janeiro do final do século XIX, que criaram uma nova linguagem e uma nova escola a partir de suas experiências em tocar a música que chegava da Europa, o grupo em seu repertório revisita tanto os compositores tradicionais e pioneiros quanto os autores que às suas maneiras deram contribuições para o desenvolvimento do choro nos séculos que se seguiram. Em 2019 o Água de Moringa celebrou 30 anos de carreira. A celebração contou com o lançamento internacional de três trabalhos inéditos: um CD próprio e mais dois álbuns em parceria com Carlos Fuchs e Mariana Baltar, dedicados, respectivamente, às composições para piano solo de Fuchs, adaptadas à formação do sexteto, e à homenagem a Aldir Blanc idealizada e produzida pela ‘crooner’ do conjunto, Mariana. Nesses trabalhos as possibilidades instrumentais foram ampliadas e desdobraram-se, a partir das propostas dos arranjadores da casa - Marcílio Lopes (bandolim, bandocello e bandolim de 10 cordas), Jayme Vignoli (cavaquinho, cavaquinho de 5 cordas, copos), Josimar Carneiro (violões de 7cordas de nylon e de aço) e Luiz Flavio Alcofra (violão de seis, guitarra), acrescido da contribuição do próprio Carlinhos (piano, arranjos, engenharia de som, produção) – e apoiadas ainda nos timbres de Rui Alvim (clarineta, clarone, saxofones alto e soprano) e André Boxexa (bateria e percussão – pandeiro, marimba, vibrafone, bambú, chocalhos, sinos), além da voz de Mariana Baltar (responsável também pela concepção, pesquisa e produção). Enquanto que, no projeto do Aldir, visita a obra de diversos parceiros presentes na obra do letrista – João Bosco, Guinga, Cristóvão Bastos (além de Vignoli, Alcofra e Carneiro)- e, no de Fuchs, funde-se à linguagem pianística em peças inéditas, o Água de Moringa segue também, em sua vertente mais original, apresentando uma vasta seleção de choros, valsas, polcas, maxixes e tudo mais, que marcaram suas apresentações desde o início das atividades, no Instituto Villa-Lobos da UniRio, em 1989, no bairro da Urca, Rio de Janeiro. Além de todo o material que incorporou dos lugares e situações pelos quais passou nessas mais três décadas de música brasileira.







