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22 de out · Cultura

GUIAMENTO - ILÊ RIO - ANTIGOS TERREIROS DA PEQUENA ÁFRICA

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Sobre o evento

ILÊ RIO – ANTIGOS TERREIROS DA PEQUENA ÁFRICA A experiência Ilê Rio convida o público a conhecer a história dos terreiros que marcaram a Pequena África, no Rio de Janeiro, por meio de uma visita aos lugares que abrigaram suas casas e às memórias de suas lideranças religiosas. Conduzido pelo Griot de Território Marcos César, o percurso passa por endereços associados a figuras como Maria das Neves de Yemanjá, Gaiaku Rosena, Dona Palmira, Protásio, Valti de Yemanjá e Gaiaku Tatana, revelando a presença das tradições afro-brasileiras na formação cultural da cidade. Mais do que um roteiro histórico, a experiência propõe reconhecer os terreiros como territórios de ancestralidade, resistência e transmissão de saberes, cujas histórias permanecem vivas nas pessoas, nas comunidades e na memória urbana. Em pequenos grupos e horários definidos, o encontro convida a escutar outras narrativas sobre o Rio de Janeiro e a compreender a importância dessas trajetórias para além dos registros oficiais. A atividade é conduzida pelo Griot Marcos Cesar, articulando conhecimento tradicional, pesquisa histórica e experiências vividas. Roteiro:Armazém da UtopiaRua Conselheiro Zacarias ---------  Maria das Neves de Yemanjá                 Rua do Propósito --------------------  Gaiaku Rosena Rua Leoncio de Albuquerque ---  Dona Palmira Rua da Gamboa ---------------------- Protásio  Rua do Monte ------------------------  Valti de Yemanjá Rua Pedro Ernesto -----------------  Gaiaku Tatana Ponto de encontro:Em frente o Armazém da Utopia - Centro, Rio de JaneiroMediação: Griot de Território Pai Marquinho: Marcos César, conhecido como Pai Marquinho, nasceu e foi criado no Morro da Providência, no Rio de Janeiro. Neto de Dona Dorica da Providência, insere-se em uma linhagem familiar diretamente vinculada às tradições afro-brasileiras no território da Pequena África. Foi iniciado aos 7 anos de idade para o orixá Omolu, estabelecendo, desde a infância, uma trajetória contínua no campo religioso do candomblé. Sua atuação o configura como um agente fundamental na preservação, transmissão e atualização dos saberes tradicionais de matriz africana. Reconhecido no território, Marcos César desempenha um papel estratégico como articulador cultural; mobiliza redes de pertencimento, territorialidade e ancestralidade, contribuindo para a salvaguarda do patrimônio imaterial da Pequena África. Duração:O percurso dura, em média, 3 horas.Calor: Sugerimos o uso de roupas leves, calçados cômodos (tênis) e chapéus. Recomendamos utilizar protetor solar e trazer garrafas de água.Chuva: Levar guarda-chuvas e capas. O passeio fica cancelado no caso de chuvas torrenciais, mas confirmar antesCheck-in: Não precisa imprimir a inscrição, basta apresentar o QR CODE.a

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