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03 de nov · Cultura

História da Arte Belga

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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 575,00.

Sobre o evento

O curso vai discutir as principais manifestações artísticas da Bélgica desde o Renascimento até o começo do século XX. Será traçado um panorama a partir dos primeiros artistas que utilizaram a tinta a óleo em suas telas, como Jan Van Eyck, passando por outros nomes maiores da arte flamenga como Jan Brueghel, Hans Memling e Peter Paul Rubens. Além desses artistas e suas obras, as aulas vão abordar personagens mais recentes da arte belga, como os simbolistas James Ensor e Ferdinand Khnopff e o surrealista René Magritte.Durante o curso também será visto como os Países Baixos meridionais, região que corresponde à Bélgica de hoje, já estiveram sob o domínio de diferentes famílias europeias, e como cidades como a Antuérpia, Ghent, Bruges e Bruxelas tiveram um papel central na história na arte ocidental. 6 aulas, de 3 de novembro a 8 de dezembro. Terças, das 19 às 21h.Valor promocional até 23 de outubro.Gravações disponíveis por dois meses após o final do curso.1 – Jan Van Eyck e o desenvolvimento da tinta a óleoA primeira aula vai tratar da obra e da vida de Jan Van Eyck. Embora pouco se conheça sobre sua biografia, seus quadros estão entre os mais importantes da história da arte no ocidente, uma vez que incorporam magistralmente a recém-criada tinta a óleo. A técnica não foi inventada por ele, como já se acreditou, mas Van Eyck certamente elevou seu uso a um novo patamar. Destaque para obras como o “Casal Arnolfini” e o “Retábulo de Ghent”, feito em parceria com seu irmão Hubert van Eyck. 2 – Os primitivos flamengos: Hans Memling, Hugo van der Goes e Hieronymus Bosch.Dando continuidade à primeira aula, o segundo encontro vai tratar dos pintores que foram chamados “primitivos flamengos”. Eles eram diferentes dos artistas do renascimento italiano; sua relação com a perspectiva era menos rígida e suas pinturas ricas em detalhes e cores. Será visto como a pintura de nomes como Memling, Goes resultou em um renascimento bastante diferente da versão italiana. Também será mostrado como a obra de Hieronymus Bosch, embora ele não seja um pintor belga, se relaciona com as obras dos demais artistas abordados na aula. 3 – Pieter Bruegel e  Jan BrueghelO terceiro encontro vai tratar da obra de Pieter Bruegel, de modo a entender como sua pintura representa uma manifestação original do renascimento nórdico, e uma reflexão apurada sobre sua época. Também veremos as paisagens de seu filho Jan Brueghel, que embora se aproximem daquelas feitas por seu pai, apontam novos caminhos que vão inspirar a arte dos Países Baixos do século 17.4 – Peter Paul Rubens e a reinvenção da pintura flamengaRubens foi o maior pintor da arte belga do século 17. Sua obra combina a grandiosidade da arte italiana com as cores e o preciosismo da arte flamenga. Rubens teve um grande ateliê pelo qual passaram pintores de primeira grandeza como Jacob Jordaens e Anthony van Dyck. Além de pintor, Rubens também foi diplomata e sua obra foi definidora no destino da arte barroca daquele século. 5 – O simbolismo belga e o expressionismo flamengoO quinto encontro vai mostrar como a arte belga evoluiu no final do século XIX e começo do XX, especialmente na obra de nomes como James Ensor, Ferdinand Khnopff e Constant Permeke. Os dois primeiros artistas estão fortemente associados ao movimento simbolista e o terceiro a uma variante do expressionismo com características peculiares que floresceu na Bélgica nas primeiras décadas do século XX. 6 – O Surrealismo e René MagritteO último encontro vai tratar do surrealismo na Bélgica, com destaque especial para a obra de René Magritte, de modo a entender como as pinturas geradas pelo pintor são fundamentais não apenas para a história do surrealismo, mas também para a reflexão sobre as imagens ao longo do século XX.

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