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25 de ago

II Mostra Palco Giratório Sesc MS - Programação 25/08 a 29/08

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Sobre o evento

A segunda edição da Mostra Palco Giratório Sesc MS reafirma o compromisso do Sesc com a circulação, o encontro e a democratização do acesso às artes cênicas. Entre os dias 25 de agosto e 12 de setembro, o público sul-mato-grossense poderá vivenciar uma programação gratuita que reúne 1 show musical e 15 espetáculos de 11 estados brasileiros, aproximando diferentes territórios, linguagens, poéticas e modos de fazer artes cênicas.Nesta edição, ganha destaque a programação voltada às infâncias, com obras que reconhecem crianças e jovens como protagonistas da experiência artística. As narrativas abordam temas como memória, ancestralidade, identidade, imaginação, diversidade, inclusão e afeto, convidando públicos de todas as idades a compartilhar experiências sensíveis. A Mostra reúne espetáculos integrantes da programação nacional do Palco Giratório 2026, o maior projeto de circulação de artes cênicas do país, ao lado de grupos convidados que ampliam o diálogo com diferentes cenas contemporâneas. O resultado é uma programação plural, que promove encontros entre artistas e espectadores, fortalece redes de criação e celebra a riqueza da produção cênica brasileira. <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->25/07 - 19h“Pantanal Jam” com Banda Urbem (MS) e Ryan Keberle (NY)Criado pela Banda Urbem em parceria com o trombonista nova-iorquino Ryan Keberle, o projeto Pantanal Jam nasceu da escuta profunda da paisagem sonora do Pantanal. Pássaros, o esturro da onça, águas em movimento e ventos pantaneiros formaram a matéria-prima musical. Sandro Moreno gravou esses sons em campo, transformando-os em motivos que moldaram as nove composições e arranjos do projeto. Classificação: Livre <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->27/08 – 19h“Dançar o Tempo” com Núcleo Coletivo 22 (GO)Dançar o Tempo é o espetáculo solo de Renata Kabilaewatala, concebido como celebração de sua trajetória artística e acadêmica. O tempo, força imperiosa e determinante, é abordado a partir de camadas que compõem a experiência pessoal. Como o vento, ele passa, desloca, atravessa; todavia, recai sobre o corpo, deixando marcas indeléveis. Trata-se de um memorial dançado que evoca a potência do tempo em sua relação com o espaço, acionando o vivido a partir de lugares-momentos que guardam histórias, gestos e saberes relacionados às manifestações tradicionais afro-ameríndias.Classificação: Livre <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->28/08 – 19h Sala de Visita - "PROCEDIMENTO#28” com Reginaldo Borges (MS), Matheus Bellini (SC) e Bussy (DF)O programa “Sala de Visita” é uma proposta de Jackeline Mourão e Reginaldo Borges, que investiga, desde 2021, os processos criativos e as possibilidades de integração artística a partir de encontros performativos realizados no formato online e ao vivo. Neste PROCEDIMENTO, o projeto propõe expandir a sala de sua casa, para também experimentar criar em outra."PROCEDIMENTO#28” convida o músico Matheus Bellini e a performer Bussy para um encontro onde as texturas sonoras e a dança Vogue se entrelaçam, e o instante presente ganha contornos de cena. Através de uma dramaturgia guiada pelo encontro, os artistas propõem um mergulho na criação em tempo real, onde as certezas e definições prévias desaparecem. O palco é transformado em um espaço de experimentação viva, revelando o invisível de uma composição que se inventa a cada segundo. É um convite para que os artistas interajam e investiguem as fronteiras de seus próprios elementos. Classificação: Livre <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->29/08 – 16h – Programação para as infâncias“Memórias em Maranhês: a casa” com Cena Aberta (MA)Dois episódios se entrelaçam neste espetáculo inspirado em memórias, afetos e tradições populares brasileiras. Em “Árvore Mangueira”, uma menina sonhadora compartilha seus segredos com uma árvore de quintal e, ao adormecer, encontra uma misteriosa figura ligada às histórias e heranças de sua família. Já em “Tio João”, o cotidiano de um homem com deficiência revela formas singulares de viver os afetos, a convivência e a construção das lembranças. A narrativa dialoga com manifestações como bumba-meu-boi, tambor de crioula, cacuriá e capoeira, aproximando o público de referências afro-brasileiras presentes na formação cultural do país. Entre memória, imaginação e ancestralidade, o espetáculo celebra a diversidade de vozes, corpos e histórias que compõem a cultura brasileira. Classificação: Livre  

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