
12 de nov · Negócios e Carreira
Litígios em casos de "Alienação Parental"
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Sobre o evento
Litígios em casos de “Alienação Parental”
Do atendimento inicial ao peticionamento em casos concretos
Como transformar a compreensão de um caso em uma estratégia processual?
Nesta formação, Rachel Serodio de Menezes abre sua prática profissional para analisar casos concretos, peças processuais e diferentes momentos da atuação em processos atravessados por acusações de “alienação parental”.
A proposta não é ensinar fórmulas ou oferecer modelos prontos. É mostrar como pensar o caso antes, durante e depois da elaboração da petição: o que investigar no atendimento, como organizar os fatos, quais elementos observar, como construir a narrativa, trabalhar as provas e transformar essa análise em uma estratégia processual coerente.
O que será analisado na formação?
Ao longo dos encontros, serão analisadas 6 peças processuais, construídas em situações concretas:
• 2 Agravos de Instrumento em casos envolvendo alegação de “alienação parental”
um caso de manutenção de afastamento paterno;
um caso envolvendo viagem para convivência, com os custos suportados exclusivamente pela mãe.
• Contestação em incidente de “alienação parental”, incluindo arguição de inconstitucionalidade.
• Chamamento do feito à ordem, com detalhamento das violências presentes no caso.
• Quesitação em caso de acusação de “alienação parental”, analisando como construir os quesitos a partir da estratégia definida para o processo.
• Manifestação/impugnação após estudo psicológico, trabalhando a atuação diante da prova técnica produzida no processo.
E ainda:
Análise integral de um processo de suprimento de outorga para residência no exterior, incluindo a tese defensiva paterna de “alienação parental” e a forma de enfrentamento dessa argumentação ao longo do processo.
Conteúdo bônus: paternidade performativa
A formação também contará com um conteúdo especial sobre o conceito de paternidade performativa, desenvolvido por Rachel Serodio de Menezes em sua pesquisa acadêmica.
Será apresentado o artigo produzido pela professora sobre o tema e, especialmente, uma petição em que o conceito foi levado para dentro do processo, permitindo observar como uma construção teórica pode ser incorporada à estratégia jurídica.
Da teoria à prática
A formação parte de uma premissa simples:
uma boa petição não começa na petição.
Antes de escrever, é preciso compreender o caso.
Quem chega ao escritório?
O que aconteceu antes da judicialização?
Qual é a cronologia dos fatos?
Como se organiza o trabalho de cuidado?
Existem situações de violência?
O que as provas efetivamente demonstram?
Qual narrativa foi construída pela outra parte?
Qual é o verdadeiro problema jurídico que precisa ser enfrentado?
A partir dessas perguntas, Rachel apresenta o caminho entre atendimento, análise do caso, estratégia, prova, fundamentação e peticionamento, sempre considerando a perspectiva de gênero como método de leitura e não como um argumento acrescentado ao final da peça.
Para quem é?
A formação é especialmente destinada a advogadas e advogados que atuam ou desejam atuar no Direito das Famílias, sobretudo em processos envolvendo:
acusações de “alienação parental”;
guarda e convivência;
situações de violência;
estudos e avaliações psicológicas;
disputas envolvendo mudança de residência ou residência no exterior;
processos atravessados por desigualdades de gênero.
É indicada para quem já possui conhecimento jurídico e deseja aprofundar a capacidade de construir estratégias processuais a partir de casos concretos.
Como será?
12 de novembro de 2026
18h às 22h — aula gravada
Análise das peças processuais, do processo integral e dos conteúdos previstos na formação.
19 de novembro de 2026
Encontro ao vivo
Momento destinado às dúvidas, discussão dos casos e aprofundamento dos conteúdos apresentados.
A primeira aula será gravada e ficará disponível para as participantes.







