
Amanhã · Cultura
Marcelo Labes e Gabriel Maschio - 2ª Bienal Internacional de Literatura de Jaraguá do Sul
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Sobre o evento
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“As formas da memória: literatura e
história” com Marcelo Labes (Florianópolis/SC) e Gabriel Maschio
(Florianópolis/SC), no Pequeno teatro
Mediação de Stefania Ceolla
Em que momento a história termina e a
ficção começa? Qual a fronteira entre o documento e a invenção, entre o arquivo
e a imaginação? Os dois autores catarinenses, cada um a seu modo, habitam esse
território limiar em suas obras (onde personagens inventados carregam memórias
reais, onde o específico do lugar revela o universal do humano, e onde escrever
sobre o passado é sempre, também, um gesto sobre o presente). Da colonização do
sul do Brasil à perseguição das línguas de imigrantes, do Estado Novo às feridas
culturais que ainda não têm nome, Maschio e Labes propõem que a ficção não
substitui a história, mas vai onde o arquivo não chega.
Marcelo
Labes é poeta e prosador. É autor de “Memória do Chão” (2025), e dos
livros “Deus não dirige o destino dos
povos” – Prêmio Cruz e Sousa em 2025,
“Amor de bicho”, “O nome de meu pai”, “Três porcos” – Prêmio Machado de
Assis em 2021 e “Paraízo-Paraguay” – vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura
em 2020. Enclave (Patuá, 2018) foi finalista do Prêmio Jabuti em 2019 na
categoria Poesia. Gabriel Maschio é
natural de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, mora em Floripa, é doutor em
Sociologia e Ciência Política pela UFSC e se dedica à escrita desde 2020.
Publicou o roteiro literário “Ondina” na coletânea “Dos Filmes Que Ainda Não
Fizemos”, em 2021, mesmo ano em que saiu seu primeiro romance, “Cicatrizes
Solares”. Em 2025 lançou o romance “Rua do Inhame”.






