
25 de ago · Cultura
O Simbolismo
Comprar · R$ 575,00
A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 575,00.
Sobre o evento
O curso vai tratar das diferentes manifestações artísticas conhecidas como Simbolismo. Os simbolistas acreditavam que a arte deveria representar emoções ou ideias, afastando-se tanto das tendências realistas do final do século XIX quanto da visualidade impressionista. Em suas pinturas, é comum encontrar cenas imaginadas ou temas mitológicos inspirados em obras como a Odisseia e a Ilíada.Além de tratar de pintores conhecidos, como Paul Gauguin, Odilon Redon e Gustave Klimt, as aulas também vão abordar outros artistas que, mesmo não identificados diretamente com o movimento simbolista, se aproximam de sua estética, como os membros da Irmandade Pré-Rafaelita. Seis aulas, terças feiras, de 25/08/2026 a 29/09/2026, das 19h às 21h.Valor promocional até 15 de agosto.As aulas gravadas ficam disponíveis por um mês depois do final do curso.felipesmartinez@gmail.com Aula 1 – Introdução ao SimbolismoO primeiro encontro vai mostrar como o simbolismo se constituiu historicamente em oposição ao realismo e ao impressionismo no final do século XIX. A aula vai explicar de que modo poetas como Charles Baudelaire e Stéphane Mallarmé foram centrais no movimento e de que maneira obras de artistas tão diversos entre si quanto Paul Gauguin, Gustav Klimt e Gustave Moreau se relacionam com a estética simbolista. Aula 2 – Os Pré-Rafaelitas como inspiração para o simbolismoO grupo de artistas conhecido como os “Pré-Rafaelitas” buscava se afastar do classicismo e da tradição da arte ocidental ligada ao Renascimento. Ainda que eles não sejam considerados parte do movimento simbolista, suas obras apresentam elementos que antecipam algumas das características do Simbolismo, como o apelo aos temas mitológicos e à fuga do realismo. Serão abordadas pinturas de nomes como John Everett Millais e Dante Gabriel Rossetti. Aula 3 – O Simbolismo na França: Puvis de Chavannes, Odilon Redon e Gustave MoreauA terceira aula vai mostrar como as pinturas de Odilon Redon, Gustave Moreau e Puvis de Chavannes foram fundamentais na definição do Smbolismo internacionalmente. Esses pintores foram reconhecidos, especialmente no caso de Chavannes, cuja arte esteve presente em prédios públicos e gozou de chancela oficial. Aula 4 – O Simbolismo no mundo germânico: Arnold Böcklin e Ferdinand HodlerO quarto encontro vai mostrar como as obras dos suíços Arnold Böcklin e Ferdinand Hodler ajudam a entender como o simbolismo se desenvolveu internacionalmente. No caso do primeiro, com claros vínculos com o Romantismo; no caso do segundo, dialogando diretamente com os movimentos de arte moderna. Aula 5 – Paul Gauguin e a Escola de Pont-AvenA quinta aula vai mostrar como os artistas ligados à escola de Pont-Aven, formada por nomes como Paul Gauguin e Émile Bernard, se aproximam do Simbolismo por meio de uma abordagem radical da cor que contrariava as tendências impressionistas. Também veremos como o grupo dos Nabis se forma a partir dessa escola, com destaque para as obras de artistas como Pierre Bonnard e Maurice Denis. Aula 6 - Gustav Klimt e o fim de século O último encontro vai explorar como as tendências simbolistas aparecem na obra de Gustav Klimt e em movimentos do final do século, como o Art Nouveau e o Jugendstil. Será visto como as obras de Klimt e os projetos de arquitetos como Victor Horta dialogam com o imaginário simbolista. Como conclusão, será mostrado como o percurso desde os pré-Rafaelistas ajuda a entender o papel central que o Simbolismo teve na formação da sensibilidade do final do século XIX e começo do XX.Felipe Martinez é professor visitante na Universidade de Leuven (KU Leuven), na Bélgica. É doutor em História da Arte pela Unicamp, com pós-doutorado pela Universidade de Amsterdã e pelo Museu de Arte Contemporânea da USP (MAC USP). Atuou como docente na Universidade de Leiden, na Holanda, na Casa do Saber, na PUC-SP e no MASP Escola. Também é autor de "O Escolar de Vincent van Gogh", publicado pela Edusp, e tradutor de "Cartas a Theo", publicado pela Editora 34. Seus textos podem ser encontrados em veículos de prestígio da grande imprensa, como a Folha de São Paulo, a revista Estado da Arte e o Jornal O Estado de São Paulo.







