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28 de out · Shows

Orquestra Furiosa Portátil - Temporada 2026 - CHOROS PARA MOACIR - Casa do Choro

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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 44,00.

Sobre o evento

28 E 29 DE OUTUBRO, QUARTA E QUINTA-FEIRAFURIOSA PORTÁTIL — CHOROS PARA MOACIRO encerramento do Festival Moacir Santos 2026 ocupa duas noites e reúne a Orquestra Furiosa Portátil e um convidado diretamente ligado a gravações fundamentais da obra do compositor: o clarinetista e saxofonista Nailor Proveta.A Furiosa integra o sétimo concerto de sua temporada de 2026 ao festival e dedica as apresentações dos dias 28 e 29 ao centenário de Moacir Santos.Líder da aclamada Banda Mantiqueira, Nailor Proveta participou das históricas gravações dos álbuns Ouro Negro e Choros & Alegria. No palco da Casa do Choro, junta-se aos instrumentistas da Furiosa e a Jayme Vignoli, Paulo Aragão, Maurício Carrilho e Pedro Paes, arranjadores ligados à tradição orquestral brasileira.O programa reúne composições de Moacir Santos e peças da série “Moacirsantosianas”, criada por Maurício Carrilho em homenagem ao compositor.Uma parte especialmente importante do repertório recupera os choros compostos por Moacir Santos no final da década de 1940 e início dos anos 1950.Entre eles está “Anfíbio”, parceria com Francisco de Assis Alcântara cujo arranjo para a Rádio Nacional data de 1949 e que teve sua primeira gravação naquele mesmo ano. No concerto, a composição será apresentada no arranjo original de Moacir Santos.Já os choros “Não há dúvida”, gravado em 1950, e “É você, Kuntz?”, de 1953 e dedicado ao clarinetista Kuntz Naegele, ganham novos arranjos escritos por Pedro Paes especialmente para o concerto.Nailor Proveta assina os arranjos da valsa sincopada “Quermesse” e da versão instrumental de “Se você disser que sim”, samba de Moacir Santos em parceria com Vinicius de Moraes, lançado por Elizeth Cardoso em 1963.Completa o repertório a marcha “Agora eu sei”, em arranjo de Mario Adnet. A presença de Adnet no repertório também remete a um capítulo decisivo da retomada da obra de Moacir Santos no Brasil. Ao lado do saxofonista Zé Nogueira, o músico realizou o Projeto Ouro Negro, lançado em 2001. O trabalho recuperou e recriou arranjos originais de Moacir e teve papel fundamental na renovação do interesse por sua produção no país.

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