
25 de ago · Cursos e Palestras
Portas Abertas Comitê Terapia Familiar Sistêmica
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Sobre o evento
Portas AbertasTransmissão psíquica entre gerações: um olhar sistêmico ao filme "Queime todas as minhas cartas"ComComitê Terapia Familiar SistêmicaCaren Schultes Borges, Marina Timm Sartori, Reginaldo Dutra Vieira Junior25 de agosto/26, terça-feira, 8h30 às 10hAtividade gratuita | Com certificadoOn-line | Plataforma ZoomCheck-in 15 minutos antes do horário de início através do Sympla*Organização Comitê Terapia Familiar SistêmicaCoordenação: Caren Schultes BorgesPúblico-alvo: estudantes de psicologia, psicólogos e profissionais da saúde, interessados em geral.Eixo temático: Terapia Familiar Sistêmica, transgeracionalidade, Teoria do Apego e relações de gênero.Carga horária: 1h30minInscrições exclusivamente em: sympla.com.br/sprgs(encerradas 30 minutos antes do horário do evento ou quando esgotarem-se as vagas)A saúde mental na conjugalidade influencia a qualidade das relações familiares. A transmissão psíquica entre gerações pode acarretar sofrimento de todos os membros do sistema familiar. A visão sistêmica e a Teoria do Apego podem elucidar a importância da regulação emocional no estabelecimento de vínculos saudáveis. A internalização da cultura e a pressão social nas relações de gênero quando não conscientes ou ressignificadas podem prejudicar a formação social da identidade pessoal, conjugal e familiar.ResumoO filme “Queime todas as minhas cartas” propicia ao personagem Alex revisitar a história de sua família de origem e evidencia como papéis sociais, valores culturais e expectativas historicamente construídas moldam identidades, relações e formas de sofrimento ao longo das gerações. A narrativa demonstra que determinadas concepções sobre masculinidade, feminilidade, relações de poder, reconhecimento e pertencimento foram naturalizadas em contextos específicos, contribuindo para conflitos emocionais, silêncios familiares e dificuldades na expressão dos afetos. A transmissão psíquica pode ser visivelmente analisada através das cenas escolhidas para este estudo a partir da visão sistêmica da etapa do ciclo vital familiar e do Genograma do personagem apresentado pela sua terapeuta em cena. A Teoria do Apego, por sua vez, fortalece a percepção sobre os mecanismos de adaptação ao mundo real, assim como às competências humanas e à ação do indivíduo em seu ambiente conforme o desenvolvimento socio emocional vivenciado. Ao pensar nas consequências e transmissão geracional dos conflitos familiares, os estudos científicos na perspectiva sistêmica, promovem reflexões a partir dos legados parentais, como comportamento e afetos em relação aos filhos. O estilo parental permissivo ou lasso é, também, transmissível e pode perpetuar sofrimento por gerações. Ao investigar o passado familiar, Alex busca compreender essas heranças emocionais, transformando a memória em uma possibilidade de elaboração, ressignificação e ruptura de ciclos transgeracionais de sofrimento. Transgeracionalidade, relações de gênero, ciclo vital e a Teoria do Apego sustentam, portanto, teoricamente este estudo.ObjetivosSensibilizar profissionais da saúde mental e a sociedade ao olhar sistêmico sobre transmissão psíquica entre gerações, considerando as relações de gênero e a Teoria do Apego como norteadoras da análise, a partir de cenas do filme "Queime todas as minhas cartas". Propõe-se investir em instrumentalização teórica e fomentar reflexões acerca do tema da transgeracionalidade, com conceitos e estratégias baseados na teoria sistêmica.Método Análise sistêmica das dinâmicas familiares intergeracionais a partir de cenas do filme "Queime todas as minhas cartas". O aprendizado a partir da práxis. A ficção serve de exemplo prático para a análise teórica. Serão apresentadas em formato de Power Point 12 cenas escolhidas e analisadas a partir das temáticas principais: Transgeracionalidade, ciclo vital familiar, Teoria do Apego e relações de gênero. As análises teóricas e as estratégias de intervenção serão comentadas pela coordenadora e as cenas serão apresentadas pelos coparticipantes. O público poderá interagir com perguntas e comentários pelo chat e com fala ao final da explanação. - Caren Schultes Borges: psicóloga, psicoterapeuta familiar sistêmica. Mestre em Desenvolvimento Regional, ênfase em Subjetividade Juvenil e Mal-estar Contemporâneo (UNISC), especialista em Infância e Família (UFRGS), especialista em Avaliação Psicológica (IPOGRS), especialista em Escrita Criativa (PUCRS). Membro do corpo clínico do Institut Avuí, em Porto Alegre, diretora de formação literária na ALB-RS, presidente da Rede Sem Fronteiras Núcleo Cultural RS, membro da ALMURS, AGES, AJEBRS, ALFRS, membro do Grupo de Estudos em Psicanálise e Literatura do Instituto Cyro Martins. Autora de Efusiva C´alma e Onírica Aurora. Membro efetivo da SPRGS, coordenadora do Comitê de Terapia Familiar Sistêmica.- Marina Timm Sartori: psicóloga (Atitus Educação, 2023). Cursando especialização em Psicologia Clínica (PUCRS). Durante a graduação, despertou interesse pela abordagem sistêmica integrando o Núcleo de Estudos e Intervenções em Indivíduos, Casais e Famílias - NEFAC. Em 2024, concluiu o curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos (UNIFAEL). Membro da SPRGS, integrante do Comitê de Terapia Familiar Sistêmica. - Reginaldo Dutra Vieira Junior: graduando em psicologia, com interesse nas políticas públicas e nas relações familiares sob a perspectiva social e comunitária. Atua com ênfase em psicologia comunitária e saúde mental, com experiência em Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), desenvolvendo projetos voltados à reabilitação psicossocial, aos processos de transição qualificada, à transferência de cuidados e ao fortalecimento de redes intersetoriais. Sua atuação fundamenta-se em referenciais críticos e humanistas, em diálogo com a saúde coletiva, a psicanálise e as abordagens sistêmicas. Membro da SPRGS, integrante do Comitê de Terapia Familiar Sistêmica.Referências- BAPTISTA, Makilim Nunes; CARDOSO, Hugo Ferrari. Família e Intergeracionalidade. In: Psicologia de Família: teoria, avaliação e intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2020.- CERVENY, Ceneide M. de Oliveira; BERTHOUD, Cristina M. Esper. Ciclo vital da família brasileira. In: Manual de Terapia Familiar. Porto Alegre: Artmed, 2009. - DELL'AGLIO, Débora Dalbosco; DALBEM, Juliana Xavier. Teoria do Apego: bases conceituais e desenvolvimento dos modelos internos de funcionamento. Arquivos Brasileiros de Psicologia, v. 57, n. 1, p. 12-24, 2005.- ZANELLO, Valeska. Saúde mental, gênero e dispositivos: cultura e processos de subjetivação. Curitiba: Appris, 2018.Informações pelo atendimento on-line da secretaria: secretaria@sprgs.org.br ou whatsapp (em horário comercial)51 99527-3920*Necessário app Zoom instalado.Acesso através do e-mail de confirmação da inscrição (o link/botão de acesso encontra-se no corpo do e-mail com a confirmação da sua inscrição).Veja no e-mail recebido após a inscrição as instruções para conferir como acessar o evento.







