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29 de ago · Cursos e Palestras

Roda de conversa Coletivo Descolonizando agosto

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Sobre o evento

Roda de conversaColetivo Descolonizando: corpos, afetos e desejosNão monogamia, colonialismo, novas formas de amarFacilitadoresLarissa Montardo Machado, Ketlin Costa, Karina Sassi, Matheus Prado e Nathan Brasil29 agosto/26, sábado, 10h às 12hAtividade gratuita | PresencialLocal: Sede da SPRGSRua Felipe Neri, 414 conj. 202, Auxiliadora, Porto Alegre, RSPúblico-alvo: público em geral.Carga horária: 2 horas.Inscrições: pelo Sympla ou no local/hora do evento (vagas limitadas).Organização: NIC - Núcleo de Intercâmbio com a Comunidade (SPRGS)O Coletivo Descolonizando nasceu do desejo de abrir um espaço-tempo para pensar as relações para além dos roteiros que aprendemos a repetir. Um espaço de conversa, escuta e elaboração coletiva sobre modos de viver junto, amar, desejar e construir vínculos em um mundo atravessado por normas coloniais, raciais, de gênero e afetivas.Entendemos a descolonização não como chegada, mas como movimento contínuo: um exercício de deslocar discursos que organizam corpos, desejos e relações em formas rígidas e normalizantes. Um trabalho de habitar o contrafluxo.Neste próximo encontro, seguimos pensando como o discurso monogâmico ainda estrutura imaginários, expectativas e formas de circulação do afeto. Queremos refletir sobre os roteiros afetivos que herdamos e repetimos, muitas vezes antes mesmo de qualquer escolha relacional.Como disparador, convidamos todas as pessoas a assistirem ao filme "Minha Querida Senhorita", disponível na Netflix. A proposta é tomá-lo como ponto de partida para pensar como normas de gênero, regimes de reconhecimento e roteiros afetivos organizam nossas experiências e modos de nos relacionarmos.Esperamos vocês para mais um encontro de escuta, elaboração e construção coletiva.Facilitadores:- Larissa Montardo Machado: diretora suplente e coordenadora do Núcleo de intercâmbio com a comunidade (NIC). Psicóloga clínica (PUCRS), especialista em Terapia Sistêmica de Casal e Família. Foi coordenadora do Comitê de Terapia Sistêmica no período de 2021/2023 na SPRGS.- Ketlin Costa: psicóloga (PUCRS), CRP 07/40755. Mestra em Psicologia (GPSC PUCRS). Coordenadora do Comitê de Relações Étnico-Raciais (SPRGS). Especialista em Direitos Humanos nas Relações Étnico-Raciais, Gênero e Diversidade (Ulbra). Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Saúde da População Negra - Harambee (UFRGS). Pós-Graduanda em Psicologia Clínica: Abordagens Sistêmicas no Atendimento de Família (FADERGS). Pesquisadora no Grupo de Estudos e Pesquisa em Violência (NEPEVI PUCRS).- Karina Sassi: psicóloga, CRP 07/24969. Psicanalista. Mestre em psicanálise no Programa de Pós-Graduação em Psicanálise: Clínica e Cultura (UFRGS), com tema de pesquisa sobre psicanálise, política, linguagem e identidade. Realizou o percurso escola e clínico em psicanálise na Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA). Especialista em Psicanálise e Relações de Gênero: Ética, Clínica e Política no Instituto de Pesquisa em Psicanálise e Relações de Gênero e autora do capítulo A monogamia é o destino? Dissidências relacionais e a clínica psicanalítica que compõe o livro "Isso não é Psicanálise? Tensionamentos em psicanálise e relações de gênero". Coordenadora e professora do Laboratório de Práticas e Releituras Psicanalíticas na IRO.- Matheus Prado: psicólogo (PUCRS), especialista em Saúde Mental na Atenção Primária em Saúde (FICSAE). Tendo participando de pesquisas voltadas a depressão pós-parto, violência íntima por parceiros, transtorno de conduta, e traços Callous-Unemotional em crianças no Grupo de Neurociência Afetiva e Transgeracionalidade (GNAT-PUCRS). Atuando na área clínica com abordagem de orientação analítica estudando temas relativos à diversidade.- Nathan Brasil: psicólogo (PUCRS), associado-fundador do Instituto Espaço Barca Aberta, mestrando no PPG de Psicologia Social e Institucional (UFRGS), especializando em Psicanálise e Análise do Contemporâneo (PUCRS) e Promotor de Saúde da População Negra (SMS), integra o grupo de pesquisa Égbe: Negritude, Clínica e Política do Comum. Atua como Psicólogo Social na Política de Assistência Social e realiza pesquisas acerca das noções de território e o direito à cidade. Atua na Clínica com a escuta de adolescentes e adultos e idosos.Justificativa:Segundo Núñez (2021) durante a colonização, que ocorreu em nosso território, a moralidade cristã se fixou como base para a organização social, inclusive para as relações de parentesco, sexualidades e afetividades. Esse ideal de família se via ameaçado pela não-monogamia originária, já que a ausência das proibições e punições simbolizava a perdição e a promiscuidade. Tendo como referencial relacional a monogamia há um entendimento que poligamia seria a possibilidade de se relacionar com mais pessoas. No entanto, uma pessoa não-monogâmica não necessariamente se relaciona com mais pessoas. O ponto se refere que existe a possibilidade que isso possa existir, ou seja, a autonomia sobre o próprio corpo não é entendida como uma traição a terceiros. Deste modo, um espaço seguro de escuta e diálogo para refletirmos acerca de que há outros modos e mundos possíveis, ou seja, para reflorestarmos “de maneira tal que possamos cultivar, artesanalmente em nossas singularidades coletivas, meios de relações não mediadas pela propriedade, controle, hierarquia” (NÚÑEZ, 2022, p. 58).Atendimento on-line da secretaria: secretaria@sprgs.org.br ou whatsapp 51-99527-3920 (em horário comercial).- NIC Diálogos -Apoie a Casa Mirabal pelo Pix: mulheresmirabal@gmail.comQualquer valor é válido para uma instituição de acolhimento às mulheres vítimas de violência.             

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