pystta.

03 de out · Shows

Workshop A Música que Deus deseja ouvir

Comprar · R$ 31,01

A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 35,00.

Sobre o evento

Conheça Marcelo CaciliasCompositor e produtor musical com vasta experiência na indústria fonográfica cristã. Atuando desde a infância na música, consolidou-se como um dos nomes influentes na adoração contemporânea no Brasil. Reconhecido pela habilidade como multi-instrumentista e pela sensibilidade na composição de louvores que visam a edificação da igreja. Em 2020, iniciou uma fase solo focada em projetos autorais e instrumentais, estabelecendo parcerias estratégicas com grandes selos como a Onimusic. Marcelo Cacilias possui uma atuação profundamente enraizada em sua igreja local, onde o foco não é apenas a performance musical, mas o serviço ministerial e a formação de outros cristãos. A igreja de Marcelo Cacilias é a Igreja em Porto Alegre. Esta comunidade é historicamente reconhecida por ser o berço de um movimento de adoração genuíno no Brasil, sendo liderada por figuras icônicas como Asaph Borba, com quem Marcelo possui uma forte ligação ministerial.Conteúdo1. A Bíblia como fundamento da música na Igreja*Sola Scriptura e a necessidade de buscarmos o que Deus deseja, acima de opiniões e tradições.A importância que Deus dá à música nas Escrituras, de Gênesis a Apocalipse.2. Os propósitos da música na Bíblia*Louvor e adoraçãoCelebraçãoConforto e curaInstrução e memóriaGuerraAção de graçasCulto e liturgia3. O que muda com a chegada de Cristo*Jesus redefine a compreensão da adoração em João 4.Verdadeiros adoradores, que adoram em espírito e em verdade.A Igreja como sacerdócio real.A adoração deixa de estar restrita a um lugar ou a uma estrutura religiosa.4. Uma breve história da música na Igreja*Igreja Primitiva e a participação de toda a congregação.O canto gregoriano e a progressiva separação entre ministros e congregação.A Reforma Protestante e o retorno da música congregacional.Bach, os hinos e a tensão entre excelência e participação.O Grande Despertar e o surgimento da música congregacional.O impacto da tecnologia e da indústria musical sobre a maneira como a Igreja adora.5. O problema do “ministro de louvor”*Existe no Novo Testamento um ministério exclusivo de conduzir a congregação em adoração?O risco de transformar a congregação em espectadora.A pressão para produzir determinadas manifestações externas durante o culto.Adoração não é determinada por mãos levantadas, olhos fechados ou pessoas ajoelhadas.6. “Quando vos reunis”: a participação de todos*1 Coríntios 14:26 e a riqueza da participação de toda a Igreja.O Espírito Santo habita em todos os irmãos.O monopólio do microfone e a passividade da congregação.Profecia, edificação e expressão dos diferentes membros.7. Unidade não é uniformidade*A diversidade de dons, serviços e realizações dentro do Corpo de Cristo.O perigo da comparação e da padronização.Cada músico e cada ministro servindo a partir daquilo que Deus lhe concedeu.Glorificamos a Cristo quando somos e agimos como Ele nos fez.8. Adoração “em espírito”*Adoração não depende de um prédio, palco, ambiente ou atmosfera.O perigo de transformar o espaço da reunião em um lugar exclusivo de adoração.A adoração também acontece no secreto e na vida cotidiana.Reflexão sobre a transformação do culto em evento, performance e experiência.9. Adoração “em verdade”*O que cantamos, sobre quem cantamos e para quem cantamos.A centralidade de Cristo nas letras e na adoração.Não basta uma letra ser simplesmente “bíblica”. Cristo deve ser o centro.O ministério do Espírito Santo é glorificar o Filho.10. A conclusão: adoramos aquilo que vemos*Apocalipse 5 e a adoração dos anjos ao Cordeiro.A adoração nasce da contemplação da glória de Cristo.Adoração é a resposta daqueles que contemplam o Senhor.*

Eventos parecidos