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25 de set · Cultura

Conexões Museus | Sustentabilidade e o Jogo dos ODS 2030

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Sobre o evento

As inscrições serão realizadas, conforme fluxo do SISEM-SP, de 15 a 21 de setembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro). A confirmação para participação será realizada no dia 22 de setembro, mediante envio de aviso para o e-mail cadastrado na inscrição.Preservar a memória perde o sentido se não garantirmos um planeta habitável. Para tirar a sustentabilidade do discurso e levá-la à ação, o Museu das Culturas Indígenas (MCI) convida quem faz a cultura acontecer para uma simulação direta e provocadora.Em parceria com o Instituto Brasileiro de ESG (IBESG) e o Programa Conexões Museus do Sistema Estadual de Museus (PCM/SISEM-SP), o MCI sedia o Jogo dos ODS 2030. A dinâmica interativa e multijogador coloca os participantes para tomar decisões que afetam os rumos do planeta até o final da década. Sem exigir conhecimento técnico prévio, a simulação exige negociação: cada carta jogada afeta a economia, o meio ambiente e a sociedade de forma imediata.Discutir as metas da ONU passa obrigatoriamente pela realidade e pelas lutas indígenas. Demarcar terras, barrar a exploração predatória e respeitar o conhecimento ancestral são barreiras reais e urgentes contra o colapso climático. A oficina desafia profissionais de museus — educadores, gestores, curadores, produtores, programadores e articuladores — a enxergar as consequências sistêmicas de suas escolhas e a posicionar suas instituições como aliadas ativas na defesa do meio ambiente.A atividade será conduzida por Milena Rosa, nomeada Pioneira dos ODS pelo Pacto Global da ONU, com ampla experiência na facilitação desta metodologia global para a criação de redes de cooperação. Ela desafia profissionais do setor cultural a utilizarem seus espaços e acervos como ferramentas vivas de conscientização, posicionando os museus na defesa inegociável do planeta e dos direitos dos povos indígenas.Sobre Milena RosaReconhecida pelo Pacto Global da ONU como SDG Pioneer, atua na linha de frente da transformação socioambiental, conectando gestão estratégica, responsabilidade social e defesa ativa do meio ambiente. Liderança Global de ESG em uma multinacional francesa, é uma das poucas facilitadoras no mundo credenciadas para conduzir o Jogo dos ODS 2030, experiência que traduz metas globais de sustentabilidade em escolhas práticas e decisões de impacto real. Premiada por sua atuação em governança e justiça ambiental, integra o conselho de instituições como Enactus, Afesu e Instituto FESA Chroma, além de ser associada ao Instituto Brasileiro de ESG (IBESG) e embaixadora de redes ligadas à autonomia feminina na energia e nas ciências. Sua trajetória é pautada pela urgência de encarar a proteção da biodiversidade, o combate ao colapso climático e o respeito aos territórios originários como compromissos concretos que devem atravessar todas as esferas da sociedade.Sobre o Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP)Há quatro décadas, o SISEM-SP atua na linha de frente da política museológica paulista, articulando instituições e fortalecendo a gestão cultural em todo o estado. Vinculado à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo (SCEIC-SP) e mantido pela Fundação Energia e Saneamento (FES), o sistema opera por meio de parcerias regionais e cooperação direta para garantir a proteção, a pesquisa e a difusão do patrimônio histórico a partir das demandas reais de cada município.Sobre o Programa Conexões Museus (PCM)O Programa Conexões Museus (PCM), também conhecido como Programa Conexões Museus SP, é uma iniciativa do Sistema Estadual de Museus de São Paulo (SISEM-SP) criada para descentralizar o conhecimento e aproximar as equipes dos equipamentos culturais de São Paulo, o programa atua em três frentes:- Formação contínua: cursos, oficinas e encontros gratuitos voltados ao aperfeiçoamento de estudantes e profissionais do setor.- Troca de experiências: intercâmbio direto de práticas de gestão, pesquisas e soluções institucionais entre diferentes regiões do estado.- Articulação técnica: suporte técnico e construção de redes temáticas de cooperação entre museus e projetos locais.Sobre o Museu das Culturas Indígenas (MCI)Nasceu com o propósito de articular, pesquisar e comunicar as histórias de resistência e a produção intelectual, artística e tecnológica dos povos originários. Mais do que um espaço de guarda, o MCI consolida-se como uma instituição museológica dialógica e participativa, onde a memória da ancestralidade permite o compartilhamento de saberes, filosofias e artes. Inaugurado em 2022, o museu é um equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo (SCEIC-SP), gerido pela Organização Social de Cultura Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari (ACAM Portinari), rompendo paradigmas através de uma gestão compartilhada com o Instituto Maracá e o Conselho Indígena Aty Mirim. Este modelo garante o protagonismo direto de representantes dos povos Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal, transformando o museu em um espaço pulsante de troca e salvaguarda.Sobre o Conselho Indígena Aty MirimInstância responsável pela construção de mecanismos de escuta, consulta e formulação de uma agenda propositiva, comprometida com os direitos originários e com a consolidação da co-gestão indígena do MCI. Sua atuação abrange projetos cosmopolíticos nas áreas de educação, memória, patrimônio e artes, sempre em consonância com as lutas e a diversidade dos povos indígenas. O grupo é composto por representantes de diversas etnias - Guarani (Mbya e Ñandeva), Kaingang, Krenak, Pankararu, Pataxó, Terena, Tupi-Guarani e Wassu-Cocal - que trazem o contexto de diferentes territórios do Estado de São Paulo:- Grande São Paulo: Comunidade Pankararu do Real Parque, Terra Indígena Jaraguá (Tekoas Pyau, Itakupe, Itawerá, Ytu e Yvy Porã) e Terra Indígena Tenondé Porã, na capital; e Reserva Indígena - Aldeia Multiétnica Filhos Desta Terra (Guarulhos);- Litoral Norte: Aldeia Rio Bonito e Terra Indígena Renascer (Ubatuba); e Tekoa Rio Silveira (Bertioga/São Sebastião);- Litoral Sul: Aldeia Nhamandu Oua (Itanhaém); Aldeia Nhanderu Pó - Terra Indígena Aguapeú (Mongaguá); e Aldeia Tapirema - Terra Indígena Piaçaguera e Terra Indígena Bananal (Peruíbe);- Oeste e Sudoeste Paulista: Terra Indígena Araribá (Aldeias Ekeruá, Kopenoti, Nimuendaju e Tereguá); Terra Indígena Icatu (Braúna); e Terra Indígena Vanuíre (Arco-Íris); e- Vale do Ribeira: Aldeia Itapu Mirim (Registro); Aldeia Itapuã (Iguape); e Tekoa Takuari (Eldorado).Sobre o Instituto MaracáFundado em 2017, é uma organização da sociedade civil que atua como ponte entre os saberes originários e a sociedade não-indígena. Sua inspiração vem dos maracás - instrumentos sagrados de cabaça e sementes que conectam os povos ameríndios ao mundo espiritual. Com esse mesmo propósito de transmissão, o Instituto busca as melhores linguagens para ecoar as mensagens e conhecimentos tradicionais, dedicando-se à proteção e difusão do patrimônio histórico, ambiental e cultural dos povos originários.Data: 25/09/2026, sexta-feiraLocal: Museu das Culturas Indígenas | 7º AndarHorário: das 14h às 17hVagas: 30 (trinta)Entrada: gratuita, mediante inscriçãoPúblico Alvo: profissionais de museus e outros equipamentos culturais (educadores, gestores, curadores, produtores, programadores e articuladores)Classificação: 16 anosInformações: (11) 3873-1541Observações:- as inscrições serão realizadas, conforme fluxo do SISEM-SP, de 15 a 21 de setembro ou esgotamento das vagas (o que acontecer primeiro);- a confirmação para participação será realizada no dia 22 de setembro, mediante envio de aviso para o e-mail cadastrado na inscrição;- caso seja necessário intérprete de libras para acompanhar a atividade, enviar solicitação por e-mail para contato@museudasculturasindigenas.org.br, com pelo menos 72 horas de antecedência;- para maior comodidade, aconselhamos chegar com 30 minutos de antecedência do horário da atividade;- para conforto e segurança de todos os participantes, não é permitida a entrada com malas, mochilas, dentre outros tipos de bolsas grandes. Pedimos a gentileza de consultar a disponibilidade e utilizar nosso guarda-volumes, localizado no Térreo/Recepção. Bolsas de amamentação ou com medicação são as únicas exceções permitidas;- ao participar das atividades presenciais do Museu das Culturas Indígenas (MCI), registros fotográficos e em vídeo podem ser feitos pela equipe. O seu uso será exclusivamente para fins de divulgação institucional e promocional do MCI. Caso tenha alguma objeção a essas finalidades, informe nossa equipe.

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