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26 de set · Saúde e Bem-estar

Cuidado nas Encruzilhadas: Intersecções na saúde das mulheres negras

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Sobre o evento

Minicurso "Cuidado nas Encruzilhadas: Intersecções na saúde das mulheres negras"Data: 26 de setembro de 2026.Horário: 08h às 12h (Horário de Brasília).Encontro ao vivo pela plataforma Google Meet com disponibilização da gravação através do Google Drive.A gravação será disponibilizada aos alunos em até dois dias úteis após o encontro ao vivo.Certificado incluso com carga horária de 10 horas.Para receber o certificado é necessário o preenchimento do formulário de solicitação que será enviado no grupo do WhatsApp e por e-mail. O certificado será enviado em até 10 dias úteis após o preenchimento.Conteúdo Programático:Módulo único: Cuidado, interseccionalidade e saúde.A Encruzilhada Teórica: Fundamentos do feminismo negro e da interseccionalidade na compreensão da saúde das mulheres negras;Racismo Institucional e Epistêmico: Análise das barreiras históricas no SUS, mitos sobre a dor e assimetrias no atendimento.Subjetividade e Sofrimento Ético-Político: Os impactos da solidão, da hipervulnerabilização e dos estereótipos de controle na saúde mental;Práticas Descolonizadoras de Cuidado: Estratégias da Clínica Ampliada para o acolhimento integral.Facilitador:Gabriel da Silva Pereira | CRP 11/18611Graduação em Psicologia (UFC). Residência em Cancerologia (ESP/CE). Especialista em Equidade na Gestão do Trabalho e da Educação no SUS (HAOC) e Atualização em Cuidados Paliativos (ANCP). Terapeuta Comportamental Contextual. Fundador do Instituto Fendas - Saúde, Cultura e Interseccionalidade.Descrição do Curso:O minicurso “Cuidado nas encruzilhadas: intersecções na saúde das mulheres negras” do Instituto Fendas propõe-se a realizar uma análise crítica e situada das determinações sociais e raciais que atravessam o processo saúde-doença-cuidado a essa população. A partir de uma fundamentação baseada no feminismo negro e na saúde coletiva, serão explorados os impactos do racismo institucional, identificando como os marcadores de raça, gênero e classe produzem vulnerabilidades específicas no atendimento integral. Tenciona-se oferecer a estudantes e profissionais da área da saúde um debate que examine os vieses e as violências que negligenciam corpos negros nos serviços de saúde. O curso visa repensar o "fazer saúde" da atenção primária à clínica, oferecendo subsídios para uma escuta que acolha o sofrimento ético-político sem descontextualizá-lo das opressões estruturais. Ao promover o aprofundamento dessas intersecções, o minicurso busca fomentar uma prática descolonizadora, transformando o cuidado em um dispositivo de equidade, reparação histórica e emancipação social frente às desigualdades contemporâneas.

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