
29 de ago · Saúde e Bem-estar
Imagem e Símbolo na Psicologia Junguiana
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Sobre o evento
Imagem e SímboloDia 29/08: das 08h às 18hDia 30/08: das 08h às 12h
Ementa
Estudo da
imagem como expressão fundamental da psique e do símbolo como função mediadora
entre consciente e inconsciente na Psicologia Analítica. Compreensão da
realidade psíquica como produção de sentido, articulando os conceitos de
imagem, símbolo, complexo e arquétipo na obra de Carl Gustav Jung. Análise da
relação entre consciência, imaginação e experiência simbólica, bem como do
papel das imagens na clínica, na cultura e na vida cotidiana. Discussão da
ampliação proposta por James Hillman acerca da primazia da imagem na Psicologia
Arquetípica e sua distinção em relação ao conceito de símbolo. Reflexão sobre o
processamento simbólico-arquetípico, conforme desenvolvido por Eloisa Penna,
como método de investigação e de aproximação da realidade psíquica.
Objetivos de aprendizagem
Ao final da
aula, espera-se que o estudante seja capaz de:
Compreender o conceito de realidade
psíquica em Carl Gustav Jung.
Diferenciar imagem, símbolo, complexo e
arquétipo na teoria junguiana.
Reconhecer a função simbólica da psique
na produção de significado.
Identificar a presença de imagens
simbólicas na clínica, nos sonhos, na imaginação e na experiência
cotidiana.
Discutir a contribuição de James Hillman
para a Psicologia Arquetípica, especialmente sua compreensão da imagem
como realidade da alma.
Relacionar o processamento
simbólico-arquetípico à pesquisa e à prática clínica em Psicologia
Analítica.
Conteúdo programático
A realidade psíquica na Psicologia
Analítica.
A psique como produtora de imagens.
O conceito de imagem em Jung.
A função transcendente e a função
simbólica.
Complexo, arquétipo e símbolo.
O símbolo como transformação da energia
psíquica.
A distinção entre imagem e símbolo em
James Hillman.
O processamento simbólico-arquetípico em
Eloisa Penna.
Aplicações clínicas e metodológicas da
compreensão simbólica da psique.
Questões norteadoras
À luz da Psicologia Analítica, de que maneira
a psique participa da construção da experiência da realidade?
Jung afirma que "tudo aquilo que se
torna consciente é imagem e imagem é alma" (OC 13, §75). Como essa
afirmação pode ser compreendida na clínica, na prática profissional e na
vida cotidiana?
Como os complexos organizam as imagens
que emergem na consciência e qual a relação entre complexo, arquétipo e
símbolo?
Em que aspectos a concepção de imagem
desenvolvida por James Hillman amplia ou desloca a compreensão junguiana
do símbolo?
De que forma o processamento
simbólico-arquetípico pode contribuir para a investigação científica e
para a escuta clínica da realidade psíquica?
Bibliografia
HILLMAN,
James. Uma investigação sobre a imagem. Petrópolis, RJ: Vozes, 2018.
JACOBI,
Jolande. Complexo, arquétipo e símbolo na psicologia de C. G. Jung.
Petrópolis, RJ: Vozes, 2020.
JUNG, Carl
Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. 11. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2018. (Obras Completas de C. G. Jung, v. 9/1).
JUNG, Carl
Gustav. Os fundamentos da psicologia analítica: as Conferências de Tavistock.
24. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.
JUNG, Carl
Gustav et al. O homem e seus símbolos. 2. ed. Rio de Janeiro:
HarperCollins Brasil, 2016.
PENNA,
Eloisa M. D. Processamento simbólico-arquetípico: pesquisa em Psicologia
Analítica. São Paulo: EDUC; FAPESP, 2014.
PENNA,
Eloisa M. D. Epistemologia e método na obra de C. G. Jung. São Paulo:
EDUC, 2013.






