
24 de ago · Tecnologia
Introdução a Engenharia de Skills, com Billy Garcia
Comprar · R$ 227,27
A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 250,00.
Sobre o evento
Quando o prompt simples vira sistema?Quando o sistema vira Skill? E até onde dá pra ir sem escrever código?Descrição do eventoEste workshop é a continuação natural de quem já aprendeu a criar prompts e quer dar o próximo passo. Não o próximo passo em complexidade de escrita, mas em arquitetura. Nos últimos workshops, desenvolvemos regras e métodos para transformar interação simples em sistemas de prompts, e esses sistemas continuam relevantes para qualquer projeto que dependa da relação entre dados, modelo e interação humana.Quando o volume aumenta e orquestrar o modelo "na mão" fica humanamente inviável, é onde as Skills entram para garantir escala com previsibilidade.Uma Skill é um arquivo de instrução que o Claude lê e ativa sozinho, com base no contexto da conversa. Sem você escolher. Sem menu. Sem copy-paste de prompt. Você deixa de ser o operador e passa a ser o arquiteto.Mas a Turma 1 mostrou que o arco não para na Skill. Ele vai mais longe. Partimos de um prompt, transformamos em Skill, demos a essa Skill um corpo visual e chegamos numa POC, uma prova de conceito navegável do produto. Tudo isso sem escrever uma linha de código. O destino real deste workshop não é o sistema que trabalha por você. É o produto que quase existe, construído por você, dentro do Claude.Sem teoria solta. Sem slide bonito cheio de buzzword. E como sempre: ZERO BULLSHITAGEM.Como o workshop funcionaSão 4 encontros ao vivo construídos a partir de uma lógica deliberada e progressiva. Logo no primeiro encontro, a turma elege um caso de uso, e esse caso vira a espinha dorsal do workshop: ele atravessa os quatro encontros, evoluindo de prompt a produto diante dos seus olhos.Encontro 1 — Do prompt ao caso de uso
Olhamos prompts reais, dissecamos o que faz um prompt funcionar como sistema, e a turma elege o caso que será trabalhado do começo ao fim. O objetivo é entender, com precisão cirúrgica, o que você está fazendo quando usa prompts e quando deve pular para o uso de Skills.Encontro 2 — Do prompt à Skill
Pegamos o caso eleito e fazemos o salto: o prompt vira Skill. Anatomia de um SKILL.md. O mecanismo de disparo. O espectro de inferência, ou seja, quando o modelo precisa adivinhar muito vs. quando ele já sabe o suficiente. Instalação no Claude.ai e primeiro teste ao vivo.Encontro 3 — Da Skill à interface
A Skill ganha mais capacidades: layout, tom de voz, regras de comportamento mais finas. E então damos corpo visual ao output, gerando uma interface a partir de arquivos de design que o próprio Claude busca e aplica. Sem código. Aqui a Skill deixa de ser texto que responde e passa a ser algo que se parece com um produto.Encontro 4 — Da interface à POC
Construímos um sistema mais robusto e funcional: uma prova de conceito navegável. A Skill passa por três testes, briefing raso, briefing completo e pedido fora do escopo, e o participante aprende a ler o diagnóstico e a iterar. No fim, a turma sai com uma POC que dá pra demonstrar, construída inteiramente sem escrever código.Conceito geral do workshopPrompt não é texto. Prompt é instrução. Skill não é prompt melhorado. Skill é prompt que age por conta própria. A diferença parece pequena no papel, mas na prática muda tudo.Quando você escreve um prompt, você instrui o modelo para uma tarefa específica. Você escolhe quando usar, como usar, o que colar.Quando você escreve uma Skill, você instrui o modelo sobre uma categoria de situações. O modelo decide quando agir. Você define as regras. O sistema executa.E quando você leva esse sistema até a interface e a POC, descobre uma terceira camada: a distância entre uma boa instrução e um produto que alguém consegue usar. Este workshop atravessa as três. Do prompt que você escreve à prova de conceito que você demonstra.Estrutura dos encontrosEncontro 1 — Do prompt ao caso de uso
Construção e leitura ao vivo de prompts que funcionam como sistema. Identificamos, em cada decisão, o que você está controlando e por quê. A turma discute candidatos e elege o caso de uso que será a espinha dorsal do workshop, um cenário que valha a pena levar até o fim. Você sai deste encontro entendendo a diferença entre instruir uma tarefa e arquitetar um sistema.Encontro 2 — Do prompt à Skill
O salto central. Pegamos o prompt eleito e o transformamos em Skill. O que muda de lugar. O que some. O que fica embutido. Anatomia do SKILL.md, mecanismo de disparo, o espectro de inferência como critério de design. Instalação no Claude.ai e primeiro teste ao vivo. Este é o encontro onde o workshop vira outro workshop.Encontro 3 — Da Skill à interface
A Skill amadurece. Adicionamos capacidades que a tornam mais rica e previsível: controle de layout, tom de voz, guardrails mais finos. E damos o passo que a Turma 1 provou ser possível: geramos uma interface visual para o output, usando arquivos de design que o próprio Claude busca e aplica. Sem código. O output deixa de ser uma resposta de chat e passa a ter cara de produto.Encontro 4 — Da interface à POC
Construímos um sistema mais robusto e funcional, uma POC navegável. A Skill passa por três testes estruturados: briefing raso, briefing completo e pedido fora do escopo. O participante aprende a ler o diagnóstico e a iterar. No fim, existe um artefato demonstrável, e a turma percorreu o caminho inteiro: do prompt eleito no primeiro dia à prova de conceito do último.Público do workshopEste workshop é para quem já sabe escrever prompts mas quer parar de escrever prompts para tudo e automatizar processos conhecidos sem precisar interagir com eles o tempo todo.É especialmente indicado para:
Quem já fez algum dos outros workshops de Engenharia de Prompts e quer o próximo nível.
Profissionais que usam LLMs no cotidiano e perceberam que o volume de casos começa a superar a capacidade de orquestração manual.
Quem constrói ou opera sistemas conversacionais e quer reduzir a dependência de intervenção humana no fluxo.
Times de Produto, CS, Operações e Design Conversacional que querem sistemas mais previsíveis, documentados e evoluíveis.
Consultores e criadores de conteúdo que querem empacotar seu método em algo que funcione sem eles estarem presentes.
Não é necessário ter feito os workshops anteriores. O primeiro encontro funciona como onboarding completo para quem chega pela primeira vez.O que você vai aprender
A diferença real entre um prompt que você controla e uma Skill que o modelo ativa sozinho.
Como o mecanismo de disparo funciona, e por que a description é a parte mais importante do arquivo.
Como o espectro de inferência define a qualidade de uma Skill: quando embutir contexto e quando depender do briefing.
Como dar mais capacidades a uma Skill: controle de layout, tom de voz e comportamento previsível.
Como gerar uma interface visual para o output de uma Skill usando arquivos de design, sem escrever código.
Como testar uma Skill com rigor: briefing raso, briefing completo e pedido fora do escopo.
Como levar tudo isso até uma POC navegável, sem nenhum conhecimento técnico adicional.
O que você ganha
Acesso aos 4 encontros ao vivo via Zoom.
Acesso às gravações.
O SKILL.md construído ao vivo durante o workshop, a partir do caso eleito pela turma, pronto para instalar e usar.
Um método de design de Skills que pode ser reaproveitado em qualquer operação, domínio ou tipo de sistema.
O caminho completo do prompt à POC, incluindo o uso de arquivos de design, para você sair da sala com uma prova de conceito que dá pra demonstrar.
Por que este workshop é diferenteTem muita gente ensinando Skills como recurso técnico. Aqui, o foco é Skills como decisão de design. A pergunta não é "como criar um SKILL.md". Qualquer documentação responde isso. A pergunta é: quando faz sentido tirar o humano do loop? Quando a automação serve o sistema e quando ela esconde um problema que deveria ser resolvido antes.
E quando a Turma 1 chegou até a POC sem escrever código, ficou clara uma segunda fronteira que quase ninguém ensina: a distância entre uma boa Skill e um produto utilizável. Este é o raciocínio que separa quem usa Skills de quem projeta sistemas com Skills, e leva esses sistemas até onde dá pra mostrar.







