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Lançamento do livro de Alberto Perdigão ( Belchior a construção de um mito na literatura de cordel)
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 23,99.
Sobre o evento
Rudras celebra 80 anos de Belchior com show e lançamento de livroOs 80 anos de nascimento do cantor e compositor Antonio Carlos Belchior serão celebrados em Campinas, nesta quinta-feira, a partir das 19 horas, no Restaurante Rudras Avenida Santa Isabel, 1834 - Vila Santa Isabel), com um show da cantora Mahe Vaz e o lançamento do livro Belchior, do jornalista e pesquisador Alberto Perdigão. A proposta do tributo é reunir o público que gosta e tem saudade do Belchior, e interessados em conhecer melhor um dos mais importantes poetas da música popular brasileira.Mahê é uma cantora aplaudida na cena cultural de Campinas e Barão Geraldo. Identificada como samba, a artista também interpreta clássicos da MPB. Desta vez, preparou um repertório especialmente para homenagear Belchior. “Vamos colocar todo mundo pra cantar”, promete. Alberto Perdigão, cearense como Belchior, é autor de sete livros, e experiente pesquisador da vida e obra do artista. “Estudo alguém excêntrico como pessoa e excepcional como artista, que viveu fora da curva e fazendo cavalo de pau”, define.O livro custa R$ 70,00. Os exemplares serão autografados no local.O showNo show intitulado As melhores do Belchior, especialmente ensaiado para o tributo, Mahe parte do primeiro álbum do Belchior, com Na Hora do Almoço, e passeia pelas faixas antológicas do disco Alucinação (PolyGram, 1976), onde estão Alucinação, Velha Roupa Colorida, Fotografia 3x4, Apenas um Rapaz Latino Americano e Sujeito de Sorte. O programa inclui Coração Selvagem, Paralelas e Todo Sujo de Batom, do disco Coração Selvagem (WEA, 1977), além de sucessos das décadas de 1980.O livroO livro Belchior (RDS, 304 páginas) é uma síntese de 28 biografias publicadas sobre Belchior em livros e em folhetos da literatura de cordel. “Trago nesta pesquisa o que há de mais picante e curioso, surpreendente e emocionante na vida, obra, desaparecimento e morte do Belchior”, adianta Perdigão. “A diferença entre as narrativa de prosa e de verso, do erudito e do popular, é que, no cordel o Belchior é eternizado, é mandado para o Céu, que é um lugar onde ninguém morre”, completa.







