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20 de ago · Samba e Pagode

Samba Dionísio - Temporada 2

Comprar · a partir de R$ 20,00

A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 23,99.

Sobre o evento

Fundação Gregório de Mattos, SECULT Salvador e Coletivo4 apresentam  Samba Dionísio  Espetáculo musical no Galpão Wilson Melo   O Coletivo4, grupo de teatro com 16 anos de existência, com sede no Forte do Barbalho desde 2015 – Galpão Wilson Melo – além de desenvolver os seus próprios trabalhos, também abriga outros coletivos de artistas e técnicos das artes cênicas, para que possam ter um espaço de pesquisa e desenvolvimento. Trabalhamos sempre no sentido de formar, produzir, distribuir e  produzir memórias para as artes cênicas.   A existência de um espaço de pesquisa e construção é o que garante o desenvolvimento do espetáculo e também o desenvolvimento das habilidades dos artistas. Este processo teve oito meses de duração e contou com a junção de um elenco profissional e experiente, com aqueles que ainda estão começando. Com as oficinas do Projeto VIGA, iniciamos os trabalhos de levantamento das cenas em conjunto com os alunos do projeto, que conseguem ver na prática os passos necessários para a criação de um espetáculo de teatro, passando por toda a sua cadeia produtiva e profissionais envolvidos.O espetáculo Samba Dionísio, tem direção de Fernanda Paquelet e texto dela própria em parceria com Jarbas Oliver, que também assina a cenografia em conjunto com Alexandre Moreira. A iluminação é de Luciano Reis e o figurino de Maurício Martins. Os adereços foram feitos pelos cenógrafos juntamente com Antônio Fábio e Roberto Montenegro. Este último assina a coreografia e preparação corporal do espetáculo. Todo o processo é colaborativo e acontece dentro do Galpão Wilson Melo. Nesta segunda temporada o nosso objetivo é a inclusão, onde faremos uma apresentação dedicada ao público surdo e outra dedicada ao público cego, ou com baixa visão.   Sobre o espetáculo:   Quando o espetáculo começa vemos que a Comunidade do Dionísio está muito feliz, pois o Samba do Dionísio está conseguindo ensaiar para se apresentar depois de muitos anos parados. Eles ganharam um edital público para renovar instrumentos e trazer novos músicos para a banda. Quando estão com quase tudo pronto, um trágico incêndio acaba com os sonhos de todos, pois o Galpão do Samba Dionísio fica completamente destruído com tudo o que tem dentro. Além de conviver com a tristeza de ver os sonhos se transformarem em cinzas, outros dramas acompanham a nossa história.   Neide e Augusto são os protagonistas dessa trama. Amigos de infância nascidos e criados na Comunidade do Dionísio, que vivem os dilemas delicados da nossa cultura contemporânea. Neide tem um ex-marido, policial, que não aceita a separação, e muito menos a sua nova relação com Val, enquanto Augusto não consegue contar para sua mãe, uma evangélica fundamentalista, que tem um namorado, e que se apresenta como cantora usando o nome de Alessandra Bismarke. Para apimentar mais ainda o drama vivido, o novo amor de Neide é um amigo de infância dela e de seu ex-marido. A mãe de Neide, Kátia, uma baiana de acarajé evangélica que sabe muito bem diferenciar as coisas, está visivelmente preocupada com a situação da filha, pois a escalada da violência contra as mulheres está gritante. O grande ponto de encontro da comunidade é o Bar de Regis, onde se conversa sobre tudo e onde tudo é respeitado. Régis é a abreviação de Reginaldo, dono do bar e pai de santo da comunidade, que representa a resistência dos bairros periféricos onde o bom senso de alguns líderes conseguem minimizar os impactos da ausência de governos.    A peça passa por todos os problemas que vivemos na atualidade: machismo, intolerância religiosa, feminicídio, violência policial e homofobia. De forma estratégica, que só o teatro sabe fazer, o espetáculo coloca o público diante de si mesmo, fazendo refletir se somos parte do problema ou se somos parte da solução. Existem muitas culturas que devem ser modificadas no nosso país e o teatro é um grande aliado nesta missão, pois não existe mudança sem reflexão.   Projeto Pedagógico VIGA:   É notória a importância da arte no desenvolvimento humano como forma de expressão e, acima de tudo, como linguagem. A arte trabalha distintas habilidades utilizando imagens, sons, expressão, corporeidade e ritmo. A falta de convívio cotidiano com atividades culturais e artísticas restringe a capacidade do indivíduo em reconhecer estímulos que o leve a ampliar o seu capital cultural e isso resulta invariavelmente em um obstáculo adicional para o bom desempenho social do cidadão. A experimentação e a apreciação artística estimulam o pensamento e ajuda na organização dos passos para o futuro, pois é um excelente exercício de criação, de planejamento, de execução, de avaliação, de autoconhecimento e de respeito ao próximo. É grande o número de crianças e jovens que, por razões diversas, são excluídos das possibilidades de acessar e ter contato com a arte como alicerce fundante de seu desenvolvimento e isso prejudica o processo de visibilidade das oportunidades de atuação profissional em diversos campos.  O VIGA proporciona a experimentação artística a partir de um foco definido: a criação e a apresentação de um espetáculo musical de teatro. São as Visualidades, a Interpretação e a Gestão das Artes. Nas Visualidades temos todas as oficinas ligadas a estética do espetáculo - cenografia, figurino, adereços e iluminação. Na Interpretação temos os módulos de teatro, circo, dança e canto. No módulo da Gestão temos as aulas de produção e administração teatral, bem como a de coordenação técnica e contra-regragem.     A prática da arte como processo de formação e descoberta de potencialidades, envolve aspectos ligados à identidade e a história do indivíduo, estimulando a inovação. O exercício da criatividade no ambiente de aprendizagem proporciona um diálogo entre a simplicidade e a complexidade, pelo caráter prático e expositivo das artes. A tensão criativa é reveladora e abre o pensamento para novos significados e novas aprendizagens. Dois aspectos importantes devem ser considerados como pontos fundantes dentro da prática de uma metodologia artística. A primeira delas é o caráter libertador das artes, pois fornece novas ferramentas de expressão, e com isso, novos caminhos. O que motiva um artista a criar, é também parte da motivação que o público tem em assistir: a compreensão de nós mesmos, das nossas emoções, das relações entre as pessoas, e o nosso lugar na natureza. As ciências e outras formas de investigação não foram bem sucedidas ao lançar mão sobre esses assuntos, e por isso potencializar as artes pode ser a ferramenta que falta para chegar a lugares novos de entendimento sobre a formação e sobre a aprendizagem.   Ficha Técnica: Texto – Fernanda Paquelet e Jarbas Oliver Direção – Fernanda Paquelet Consultoria Dramatúrgica - Gildon Oliveira Técnica Vocal – Maestro Angelo Rafael Diretor Musical – Saulo Viana  Músicos: José Alexandre (violão e guitarra), Lucas Diniz (baixo), Saulo Viana (bateria e percussão) Cenografia – Alexandre Moreira e Jarbas Oliver Coreografia e Preparação Corporal – Roberto Montenegro Iluminação – Luciano Reis Figurino – Maurício Martins Assistente de Figurino – Teresinha Leite e Widoto Áquila Adereços – Alexandre Moreira, Jarbas Oliver, Roberto Montenegro e Antônio Fábio Produção – Coletivo4   Elenco Coletivo4: Alexandre Moreira  Fernanda Paquelet  Jarbas Oliver    Elenco Convidado: Christopher Anderson   Nanda Lisboa Maurício Oliveira  Taise Paimn  Sàngótunbí Omo To Lá   Participação Especial em Off: Oswaldo Mil como locutor da Rádio Comunitária Dionísio AM/FM   Elenco: Alexsandro Rios Cátia Girassol Fernanda Jacinto Kayque Santtana Maria Clara Sales Matarazzo Henrique Souza Micheli Daiana Teresinha Leite   Equipe de Comunicação: Coletivo4 – Assessoria de Comunicação Samuel – Designer Paulo Telles – Fotografia   Serviço: Local: Galpão Wilson Melo – Forte do Barbalho. 06 e 07/08 - 19h Apresentação para escolas com debate ao término do espetáculo - Gratuito 12/08 - 19h Apresentação com libras - Gratuito 19/08 - 19h Apresentação com áudiodescrição - Gratuito 20, 21, 22, 27, 28 e 29/08 - 19h Apresentações abertas ao público - Venda pela Sympla   Ingressos: 40,00 inteira e 20,00 meia

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