
24 de nov
Workshop de Proteção Passiva Contra Incêndio em Edificações Modernas
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 0,00.
Sobre o evento
A linda cidade
de Balneário Camboriú, SC, será palco do CONABOM 2026 (Congresso Nacional dos
Bombeiros), encontro repleto de artigos científicos, cases, palestras e
expositores, da qual a CKC também estará presente com um estande trazendo as
maiores tecnologias de proteção passiva. Aproveitaremos esta oportunidade, para
organizar um workshop dedicado às incorporadoras, construtoras, arquitetos,
engenheiros, bombeiros e projetistas que queiram se aprofundar no assunto de
proteção passiva contra incêndio. De forma didática, nosso objetivo é explicar
como a sua empresa deve se antecipar aos riscos de incêndio e como o
atendimento às normas técnicas e regulamentos gera um ambiente de segurança
efetiva para as pessoas e também de segurança jurídica para seus
empreendimentos. Ampliamos o debate a todos os fornecedores, projetistas e
regulamentadores, convidando pessoas chaves no processo e tratando da realidade
do Sul do Brasil. Você que é do RS, PR, SC, venha e participe, não perca esta
incrível semana de muito conhecimento e networking! 8:00
Credenciamento e Welcome Coffee 8:30
Abertura do evento 9:00 Edifícios altos: os
desafios das medidas de segurança contra incêndio no BrasilCom o crescimento do número de
edifícios altos no Brasil e a autorização em planos diretores de verticalização
de edificações, muitas vezes, sem limites de altura, despertou uma corrida em
grandes cidades, para construir cada vez mais alto, tanto edifícios
residenciais, como comerciais ou complexos de uso misto. Compreender os
desafios de proteções contra incêndio nestes edifícios, passou as ser um
assunto de imensa importância e dedicação a profissionais que projetam,
constroem, instalam e realizam a manutenção destes sistemas. Nesta palestra,
compreenda como um bom projeto pode ter poupar de desafios futuros e o que não
pode ser ignorado, para que a real segurança contra incêndio aconteça para
usuários, bombeiros e quem possa ser impactado por um incêndio.Bruno Ricardo FranzmannFundador e PresidenteFRANZMANN ENGENHARIA E
CONSULTORIA 9:30 A importância da
compartimentação de ambientes: selagem resistente ao fogo em sistemas prediaisA criação de normas técnicas como
a ABNT NBR 16944 (3 partes) que aborda requisitos, normas de ensaio e selagens
em edificações, já é uma realidade em alguns Estados brasileiros. Infelizmente
muitos projetistas e incorporadoras ainda desconhecem as suas funções e como
exigir isso nos projetos novos e existentes. Esta palestra têm o objetivo de
informar quais são os principais riscos que fazem um incêndio se alastrar de um
pavimento para o outro, de um ambiente para o outro, quando as medidas de
compartimentação falham. Serão ilustrados fenômenos como o efeito chaminé,
língua de fogo, flashover (incêndio generalizado) e muitos outros
conceitos importantes para as novas edificações terem.Rogerio LinSuperintendente do CB-024
(Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio) da ABNTDiretor-Presidente da ABPPDiretor da CKC do Brasil 10:00 Os desafios na análise
de projetos, vistoria e fiscalização de edifícios, quanto ao atendimento das
normas e regulamentos vigentes de proteção passiva contra incêndio.A exigência de atendimento a
regulamentos das medidas de proteções, usualmente ativas, que são mais
aparentes, visíveis aos vistoriadores e que podem inclusive ser constatados de
forma visual e em alguns casos até serem testados, gera uma garantia maior de
segurança para edificações. Quando estes sistemas estão incorporados às
estruturas, ficam escondidas em shafts prediais, em áreas de difícil
acesso, a história muda um pouco. Restam poucos instrumentos e mecanismos para
constatar que foram instalados e de forma adequada. Esta palestra, irá abordar
quais são algumas formas de melhorar a segurança contra incêndio das medidas de
proteção passiva contra incêndio como um todo, que a corporação de Bombeiros
Militar de SC tem empregado com sucesso na construção das edificações do Estado
de Santa Catarina.Oscar Washington Barboza JuniorMajorCBMSC (CORPO DE BOMBEIROS
MILITAR DE SANTA CATARINA) 10:30 Coffee-break &
Networking (Patrocínio Lubrizol) 11:00 Elementos envidraçados
resistentes ao fogo: como os edifícios altos e com varandas e sacadas devem
atender à compartimentação vertical de forma a manter a visibilidade, sem renunciar
à segurança contra incêndio.Inúmeros casos de incêndios que
transpassam unidades autônomas em edificações verticais tem sido o foco de
noticiários jornalísticos. Um dos motivos que impulsionam estas inúmeras
ocorrências são varandas e sacadas que recebem fechamento em vidro convencional
e não possuem o anteparo de 1,20 m mínimo, para evitar que a língua de fogo
atinja o próximo pavimento. Muitos casos de vítimas em alguns casos fatais,
somam-se às estatísticas. Nesta palestra, você compreenderá como é possível
projetar e construir varandas e sacadas resistentes ao fogo de forma adequada
às normas ABNT NBR 14925 e também aos regulamentos vigentes.Luiz Fernando VieiraEngenheiro CivilCEBRACE 11:30 Os revestimentos
intumescentes aplicados em galpões industriais, armazenagem e edificações
verticais: como projetar e escolher o sistema mais adequado para o seu projeto.Colapsos prematuros é um dos
grandes desafios da segurança contra incêndio em edificações de estrutura
metálica, bem como construções em concreto armado e mais recentemente, com
madeira engenheirada. Nesta palestra, você compreenderá a importância de escolher
adequadamente o parceiro que deseja trabalhar, de forma a especificar critérios
técnicos objetivos de desempenho a fogo, durabilidade, compatibilidade e
resistência ao fogo de fato. Entenda como testes exaustivos são conduzidos, de
forma a trabalhar com normas recentes como a ABNT NBR 17144-4 e muitas outras
normas internacionais.Lucas CoelhoGerente TécnicoSHERWIN WILLIAMS 12:00 Painel de Debate com
Palestrantes: o que falta para projetistas e incorporadoras adotarem as medidas
de proteção passiva previstas em normas técnicas e regulamentações.Encontrar um ponto de equilíbrio
entre segurança, viabilidade técnica e econômica é sempre um grande desafio. Ao
mesmo tempo em que projetos muitas vezes nascem equivocados, a vistoria não é
completa e a manutenção espera a falha para entrar em ação, ficamos à mercê da
sorte, da esperança de que nada de mal acontecerá se um incêndio ocorrer. Este
debate busca ir no âmago do que é responsabilização de cada parte, do que cada
parte deve entregar e também cobrar. Existem caminhos para melhorarmos a
segurança contra incêndio? Especialmente a proteção passiva que nem sempre está
aparente?
Encerramento






