
10 de set · Saúde e Bem-estar
Workshop Metanoia - O LEGADO DO PAI
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A compra acontece no site da Sympla. Com taxa, a partir de R$ 106,70.
Sobre o evento
Tem algo que você nunca conseguiu nomear completamente.Uma dificuldade em receber críticas sem se desmoronar. Uma tendência a trabalhar demais como se precisasse provar algo a alguém. Uma voz interna que diz que você não é suficiente — e que soa estranhamente familiar. Uma distância emocional que aparece nos seus relacionamentos mais próximos, sem que você consiga explicar de onde vem.Talvez você já tenha percebido que certos padrões se repetem na sua vida. No casamento. Na relação com seus filhos. No trabalho. Na forma como você lida com aprovação, com rejeição, com autoridade. Na dificuldade de pedir ajuda. No medo de errar. Na sensação de nunca ser completamente suficiente.E talvez você ainda não tenha olhado para onde muitos desses padrões começaram.A figura paterna — seja ela presente, ausente, próxima, distante, amorosa, crítica, silenciosa ou violenta — é uma das primeiras lentes através das quais a criança aprende a enxergar o mundo, a si mesma e ao outro. Não porque o pai seja o único responsável pela nossa formação, mas porque ele ocupa um lugar específico no nosso desenvolvimento emocional que influencia profundamente como nos percebemos, como nos relacionamos e como atravessamos a vida.O Workshop Metanoia — O Legado do Pai é a continuação da jornada iniciada no primeiro workshop da série. Desta vez, o convite é para olhar especificamente para essa figura — e para o que ela nos deixou.Não estamos aqui para colocar o pai no banco dos réus.Não estamos aqui para forçar reconciliações ou perdões que não estão prontos.Estamos aqui para fazer as perguntas que poucas pessoas têm coragem de fazer: O que eu recebi? O que isso me ensinou sobre mim mesmo? Onde esses ensinamentos aparecem hoje? O que quero honrar? O que quero interromper? Quem escolho ser a partir de agora?Ao longo do workshop, vamos explorar como diferentes perfis paternos — o pai ausente, o pai emocionalmente distante, o pai crítico, o pai que trabalhava demais, o pai que nunca elogiava, o pai que nunca abraçava — podem deixar marcas silenciosas que se transformam em crenças, em padrões de comportamento e em formas de se relacionar com o mundo.Vamos também refletir sobre algo que raramente é dito em voz alta: o pai também foi um filho. Ele também carregou histórias. E compreender isso — não para justificar o que foi difícil, mas para ampliar a visão — pode ser o começo de algo novo.Ao final, a pergunta que deve permanecer com você é esta:"O que termina em mim — e o que continua através de mim?"Esta é uma experiência de reflexão, consciência e desenvolvimento pessoal. Não é psicoterapia, nem substitui acompanhamento profissional de saúde mental.







